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A Apple prepara uma nova ofensiva para recuperar espaço na corrida da inteligência artificial, apostando em produtos que combinam hardware, software e assistentes virtuais mais inteligentes. As informações são da Bloomberg.
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Entre os destaques, está um robô de mesa interativo, previsto para 2027, capaz de se mover sozinho, participar de conversas e até fazer chamadas via FaceTime.
O projeto integra uma estratégia mais ampla de dominação da casa inteligente. A empresa planeja lançar já em 2025 um alto-falante com tela sensível ao toque, além de câmeras domésticas com reconhecimento facial e recursos de automação.
O objetivo é criar um ecossistema de dispositivos integrados por um novo sistema operacional, batizado internamente de “Charismatic”, pensado para uso por vários membros de uma família.

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Siri mais potente e produtos inovadores
- A iniciativa é acompanhada por um redesenho da Siri, que passará a usar modelos de linguagem avançados para oferecer respostas mais rápidas e contextuais.
- Essa nova versão do assistente virtual deve chegar antes mesmo dos novos dispositivos, reforçando a aposta da Apple em colocar a IA no centro da experiência do usuário.
- Além do segmento de casa inteligente, a empresa trabalha em outros projetos de alto impacto, como um iPhone com design renovado, óculos inteligentes, um telefone dobrável e até novos formatos de wearables.
- A diversificação busca reduzir a dependência das vendas do iPhone, ainda responsáveis por boa parte da receita da companhia.

Apple quer mostrar que não ficou para trás no setor de IA
A estratégia reflete a pressão crescente sobre a Apple para mostrar avanços concretos em IA. Rivais como OpenAI, Samsung e Meta têm lançado recursos inovadores em ritmo acelerado, o que alimentou críticas de que a empresa estaria ficando para trás nessa disputa tecnológica.
O sucesso dos planos dependerá do avanço no desenvolvimento de softwares de IA e da recepção dos novos produtos pelo mercado.
Se entregar a promessa de integração fluida, inteligência aprimorada e novos formatos de interação, a Apple pode não apenas recuperar terreno, mas também definir tendências no uso doméstico e pessoal da inteligência artificial.
