Os 9 melhores vilões de jogos do Nintendo Switch

O Switch se tornou palco de alguns dos antagonistas mais marcantes dos últimos anos, seja pelo carisma ou pela intensidade dos confrontos
Kirby and the Forgotten Land, Bowsers Fury e Metroid Dread
Crédito: Kirby and the Forgotten Land, Bowsers Fury e Metroid Dread (Nintendo/divulgação)

O Nintendo Switch se consolidou como um dos consoles mais marcantes da última década e reúne em sua biblioteca diversos jogos de sucesso. Mas não são apenas os heróis que conquistam o público. Muitos vilões também deixaram sua marca nas narrativas, seja pelo carisma, pela complexidade ou pela intensidade dos confrontos.

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Neste artigo, reunimos alguns dos principais antagonistas de jogos disponíveis no Nintendo Switch e mostramos por que eles se tornaram tão memoráveis.

Ganondorf – The Legend of Zelda: Tears of Kingdom

Ganondorf em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
Ganondorf em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (2023) / Crédito: Nintendo (divulgação)

Nome que ressoa ao longo de toda a história da franquia “The Legend of Zelda”. Em “Tears of the Kingdom”, Ganondorf é a personificação suprema do mal na série. 

Após séculos selado por Rauru, ele retorna como estrategista e guerreiro poderoso. Usando uma Pedra Secreta, transforma-se no Rei Demônio, espalhando destruição por Hyrule. Carismático, cruel e inteligente, ele se torna um antagonista inesquecível, enfrentando Link e Zelda em uma batalha épica.

Raven Beak – Metroid Dread

Raven Beak em Metroid Dread
Raven Beak em Metroid Dread (2021) / Crédito: Nintendo (divulgação)

O grande antagonista de “Metroid Dread” e rapidamente se tornou um dos vilões mais impactantes da franquia. Mais do que um simples inimigo, ele orquestra os eventos do jogo e coloca Samus Aran frente a um dos combates mais desafiadores da série. 

O confronto contra Raven Beak exige reflexos rápidos, precisão e estratégia, mostrando que sua ameaça vai além da força bruta; ele é um manipulador calculista que planeja cada movimento até o último instante.

Singularity – Bayonetta 3

Singularity em Bayonetta 3
Singularity em Bayonetta 3 (2022) / Crédito: Nintendo (divulgação)

A saga de Bayonetta sempre contou com antagonistas que exploram os limites entre fantasia, religiosidade e destruição cósmica. Em “Bayonetta 3”, o inimigo central é Singularity, uma entidade que vai além da noção tradicional de vilão.

Singularity representa uma ameaça cósmica capaz de colocar toda a realidade em risco, desafiando Bayonetta em batalhas e escolhas de escala universal. 

Com ação frenética, narrativa exagerada e a assinatura estilística da franquia, ele se consolida como um dos vilões mais icônicos do jogo.

Fury Bowser – Super Mario 3D World + Bowser’s Fury

Fury Bowser em Super Mario 3D World + Bowser’s Fury
Fury Bowser em Super Mario 3D World + Bowser’s Fury (2021) / Crédito: Nintendo (divulgação)

Se Bowser já é um clássico vilão da Nintendo, sua versão em “Bowser’s Fury” eleva o personagem a outro patamar.

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Transformado em uma versão gigantesca e aterrorizante, conhecida como Fury Bowser, ele aparece de forma imprevisível durante o gameplay, mudando completamente a dinâmica da aventura. 

Essa abordagem trouxe frescor ao personagem, que muitas vezes era visto como um vilão cômico. Nessa forma, Bowser fica mais poderoso e perigoso, exigindo que o jogador sempre fique atento aos seus movimentos.

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Jena Anderson – Astral Chain

Jena Anderson em Astral Chain
Jena Anderson em Astral Chain (2019) / Crédito: Nintendo (divulgação)

Embora menos famoso que alguns títulos do console, “Astral Chain” é um jogo de ação e aventura que merece mais reconhecimento, principalmente por sua jogabilidade e narrativa envolventes.

E Jena Anderson se destaca como uma antagonista que combina ciência, ideologia e ação. Mais do que uma inimiga a se derrotar no jogo, Jenna possui crenças e objetivos próprios, e sua visão sobre a relação da humanidade com as criaturas interdimensionais gera conflitos profundos com os protagonistas.

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Lord Fredrik – Donkey Kong: Tropical Freeze

Lord Fredrik em Donkey Kong: Tropical Freeze
Lord Fredrik em Donkey Kong: Tropical Freeze (2014) / Crédito: Nintendo (divulgação)

Substituir um vilão icônico como King K. Rool não é tarefa fácil, e Lord Fredrik consegue segurar a responsabilidade muito bem.

Como líder dos Snowmads, ele traz frio e caos às ilhas de Donkey Kong, forçando o herói e seus aliados a enfrentarem ambientes congelados e desafios únicos. 

Embora não seja tão complexo quanto outros vilões da lista, o embate final é muito divertido e memorável, e certamente ficará na memória dos jogadores. 

Malos – Xenoblade Chronicles 2

Malos em Xenoblade Chronicles 2
Malos em Xenoblade Chronicles 2 (2017) / Crédito: Nintendo (divulgação)

Em “Xenoblade Chronicles 2”, Malos é um dos Aegis, armas vivas criadas pelos humanos, e sua jornada como antagonista está diretamente ligada ao destino de Rex e Pyra/Mythra, tornando sua presença central em toda a narrativa.

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Mais do que um inimigo a ser derrotado, ele levanta reflexões sobre existência, propósito e destruição. Sua profundidade filosófica, somada à grandiosidade das batalhas, faz com que Malos seja lembrado como um dos vilões mais fortes e bem desenvolvidos do console.

Chaos Elfilis – Kirby and the Forgotten Land

Chaos Elfilis em Kirby and the Forgotten Land
Chaos Elfilis em Kirby and the Forgotten Land (2022) / Crédito: Nintendo (divulgação)

O universo de “Kirby” sempre apresentou inimigos visualmente criativos, e em “Forgotten Land” o destaque vai para Chaos Elfilis.

Com design impressionante e batalhas intensas, ele representa o ápice da ameaça no jogo e se consolida como o clímax perfeito da jornada do pequeno herói rosa. 

Chaos Elfilis combina elementos visuais extravagantes com uma sensação de perigo real, reforçando a tradição da franquia em criar finais épicos e surpreendentes.

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Nemesis – Fire Emblem: Three Houses

Nemesis em Fire Emblem: Three Houses
Nemesis em Fire Emblem: Three Houses (2019) / Crédito: Nintendo (divulgação)

Fechando a lista, “Fire Emblem: Three Houses” apresenta Nemesis como um vilão de peso dentro de sua narrativa densa e política.

Conhecido como o “Rei dos Mortos”, ele simboliza séculos de conflito e intriga. Sua presença carrega uma enorme carga simbólica, funcionando tanto como ameaça direta quanto como lembrança das guerras passadas que moldaram o mundo do jogo.

Kelvin Leão Nunes da Costa
Kelvin Leão Nunes da Costa

Jornalista formado pela Anhembi Morumbi, ama futebol e cinema. Cursou engenharia antes de descobrir sua paixão pelo jornalismo. Atualmente é analista de conteúdo e colaborador no Olhar Digital.

Layse Ventura
Layse Ventura

Layse Ventura é editora de SEO no Olhar Digital e mestre pela UFSC.


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