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Uma única foto já basta para transformar um cachorro em um avatar 3D realista e animado. Pesquisadores da UNIST, na Coreia do Sul, desenvolveram uma inteligência artificial capaz de recriar cães em modelos digitais detalhados, prontos para ganhar vida em ambientes de realidade virtual, realidade aumentada e metaverso.
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O sistema, chamado DogRecon, foi treinado para lidar com a enorme variedade de raças, tamanhos e posturas dos cães. Segundo o TechXplore, a inteligência artificial consegue prever partes do corpo que ficam escondidas na foto, como patas ou cauda, e recriar detalhes da pelagem com precisão impressionante.
O resultado são avatares digitais que reproduzem com naturalidade o jeito do animal. Esses modelos podem ser usados em ambientes de realidade virtual e aumentada, em jogos e até em plataformas do metaverso. Para os donos, é uma forma de ver seus cachorros ganhando vida no espaço digital.
O desafio de transformar fotos em cães digitais
Reconstruir um cachorro em 3D não é simples. As raças são muito diferentes entre si, os formatos de corpos variam e a postura de quatro patas costuma esconder articulações importantes. Quando o processo parte de uma única foto em 2D, o risco é gerar imagens distorcidas ou pouco realistas.
O DogRecon contorna esses obstáculos com uma combinação de técnicas. A IA usa modelos estatísticos específicos de cada raça para prever formas e posturas, além de inteligência artificial generativa para criar múltiplos ângulos do animal. Assim, consegue revelar partes que não aparecem na imagem original.
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Outro diferencial está no uso do método chamado Gaussian Splatting, que permite reproduzir curvas do corpo e texturas da pelagem com fidelidade. Testes mostraram que o sistema gera avatares digitais de cães tão naturais e precisos quanto os criados por métodos baseados em vídeo, mas a partir de uma única fotografia.
Mais realismo e novas possibilidades
Modelos anteriores costumavam gerar cães com posturas artificiais. Corpos alongados, articulações tortas ou orelhas e caudas fundidas eram comuns, principalmente quando o animal estava agachado ou relaxado. O DogRecon corrige essas falhas e entrega representações muito mais naturais.

A arquitetura do sistema também é escalável, o que abre espaço para usos diversos. Entre eles, a criação de animações guiadas por texto e a integração em plataformas de realidade virtual e aumentada. Isso coloca a tecnologia como uma ferramenta promissora para entretenimento digital e experiências imersivas.
Para os responsáveis pelo estudo, o avanço representa um marco importante. A expansão da reconstrução 3D para animais de estimação reflete a presença crescente deles nos lares e na cultura digital.
A expectativa é que a técnica evolua para abranger outras espécies e também avatares personalizados, aproximando cada vez mais o mundo físico do universo virtual.