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Elon Musk e o X (antigo Twitter) chegaram a um acordo não divulgado com quatro ex-executivos, incluindo o ex-CEO Parag Agrawal, o ex-CFO Ned Segal, o ex-diretor jurídico Vijaya Gadde e o ex-conselheiro geral Sean Edgett, que buscavam mais de US$ 128 milhões em indenizações após serem demitidos imediatamente após a aquisição da empresa em 2022.
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As demissões, classificadas como “por justa causa”, haviam anulado automaticamente grandes pagamentos de rescisão — quase US$ 60 milhões no caso de Agrawal.

O acordo depende do cumprimento de “certas condições” a curto prazo, segundo documentos judiciais, mas os termos financeiros não foram revelados.
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Compra do X gerou conflitos para Musk
O processo fazia parte de uma série de disputas legais e regulatórias enfrentadas por Musk após a compra da plataforma por US$ 44 bilhões, incluindo cortes de custos drásticos, demissão de milhares de funcionários e conflitos com fornecedores.
Em agosto, o X também fechou um acordo separado com ex-funcionários sobre US$ 500 milhões em indenizações não pagas, sem divulgar os detalhes.

Musk teria arquitetado demissões de ex-executivos
- O processo original alegava que Musk teria fabricado justificativas para demitir os executivos, privando-os de benefícios rescisórios, conforme cita a biografia de Musk por Walter Isaacson, que relata que o bilionário acelerou o fechamento do negócio para garantir as demissões antes que eles pudessem exercer suas opções de ações.
- Além disso, Musk enfrenta outra ação da SEC por suposta violação da lei de valores mobiliários durante a aquisição do Twitter, incluindo suposto desconto de US$ 150 milhões em compras adicionais de ações.
- O acordo encerra mais uma disputa dentro de um período turbulento para Musk na gestão da X e reforça sua tentativa de resolver processos relacionados à aquisição e reestruturação da plataforma.
