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A Meta planeja realizar cortes significativos em sua divisão de metaverso, apenas alguns anos depois de ter mudado seu nome de Facebook para Meta, visando reforçar o compromisso com essa tecnologia.
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Segundo a Bloomberg, a área pode sofrer reduções orçamentárias de até 30% e enfrentar demissões já no início do próximo ano — embora nada esteja oficialmente confirmado.
Os possíveis cortes afetam diretamente o ambiente virtual Meta Horizon Worlds e o headset de realidade virtual Quest, produtos que estavam no centro da estratégia de longo prazo de Mark Zuckerberg.

Metaverso perde brilho com público e investidores
- Fontes internas disseram que as discussões fazem parte do planejamento orçamentário para 2026 e ocorreram em reuniões realizadas na propriedade de Zuckerberg, no Havaí.
- A equipe responsável pelo metaverso teria sido instruída a aceitar reduções mais severas que o habitual, diante do desempenho abaixo das expectativas.
- O entusiasmo inicial em torno do metaverso não se traduziu em apoio dos investidores, que veem a iniciativa como um uso pouco eficiente dos recursos da companhia.
- Entre consumidores, a adesão também permanece limitada: headsets continuam vendendo, sobretudo para jogos, mas a proposta de passar horas em ambientes virtuais pouco atrativos não ganhou tração.
Leia mais:
- Metaverso fracassou? Entenda o que aconteceu com o mundo virtual
- Meta for Business: o que é e como funciona
- Como editar mensagens no Facebook Messenger?

IA assume o centro das prioridades
O relatório indica que Zuckerberg ainda acredita no potencial de longo prazo dos mundos virtuais, mas reconhece que sua adoção em massa está distante.
A divisão Reality Labs já acumula mais de US$ 70 bilhões em perdas desde 2021 — e o próprio CEO tem mencionado o metaverso cada vez menos em público.
Agora, a Meta deve priorizar investimentos em grandes modelos de IA, chatbots e novos dispositivos integrados a recursos de inteligência artificial, como os óculos inteligentes Ray-Ban Meta.
