Siga o Olhar Digital no Google Discover
Alguns aplicativos femininos para controle do ciclo menstrual enviaram dados de suas usuárias para o Facebook, relata o Buzzfeed. Informações confidenciais, como quando a usuária fez sexo, foram compartilhadas com a rede social.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A descoberta foi feita pela Privacy International, organização não-governamental britânica que monitora a vigilância e as invasões de privacidades individuais conduzidas por governos e organizações. Recentemente, a ONG testou vários dos aplicativos de controle de ciclo menstrual mais populares do mundo. Dois deles compartilhavam com o Facebook as informações detalhadas de usuárias cadastradas: o “Maia – Períodos, Fertilidade e Ovulação” e o “Calendário Menstrual MIA”.
Como parte das justificativas para esse compartilhamento, está a segmentação de anúncios. Os anunciantes adoram saber sobre intenções de gravidez, humor e dados médicos. Os aplicativos acusados de prática abusiva também perguntaram sobre hábitos como o consumo de café, álcool e tabaco, além de informações sobre problemas digestivos e o uso de absorventes. As anotações realizadas no aplicativo também eram enviadas ao Facebook, ou seja, nada dentro do app era confidencial.
Os aplicativos usavam o kit de desenvolvimento de software (SDK) do Facebook, que fornece várias ferramentas para os desenvolvedores: a capacidade de efetuar login via Facebook, além de segmentação de anúncios e análises de perfil.
Segundo o próprio Facebook, os desenvolvedores não devem compartilhar informações confidenciais e nem devem coletar dados que eles realmente não precisem para a funcionalidade do aplicativo. O Facebook disse ao Buzzfeed que planeja “discutir possíveis violações de seus termos de serviço” com os desenvolvedores.
Via: Lifehacker