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Nesta quarta-feira (26), foi confirmado o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil – primeiro país da América Latina com incidência da doença comprovada. O paciente, um homem de 61 anos, chegou da Itália, país que viu seus casos aumentarem na última semana e já registra mais de 220 infectados. Após o teste inicial no paciente dar positivo, o Instituto Adolfo Lutz confirmou o diagnóstico na realização da contraprova, segundo a Reuters.
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Após 12 dias no país europeu, o homem procurou o hospital ao apresentar os sintomas da doença – tosse seca, febre, dor de garganta e coriza – e foi enviado para casa para um período de 14 dias de quarentena . Ainda na terça-feira (25), o hospital Albert Einstein iniciou oficialmente as medidas necessárias depois do registro do caso suspeito.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) iniciou a análise de toda a lista de passageiros do voo em que o homem voltou para São Paulo e irá informar às secretarias estaduais de Saúde o destino final de cada viajante para maior controle da situação. Em nota, o hospital afirmou que o paciente passa bem e que continuará sendo monitorado, assim como todas as pessoas que tiveram contato com ele.
Nesta quarta-feira, após a realização de coletiva de imprensa, o governo de São Paulo anunciou a criação de um centro de contingência do Estado para monitorar e coordenar ações contra a propagação do novo coronavírus na região. Segundo comunicado, o centro também contará com profissionais do Instituto Butantan, médicos especialistas das redes pública e privada, sob a supervisão do Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann.
Já são mais de 80 mil pessoas contaminadas no mundo todo, e mais de 2.700 vítimas fatais. Diversos eventos públicos têm sido cancelados desde o início do ano por conta da epidemia, que tem ameaçado até mesmo a realização das Olímpiadas, a serem realizadas em Tóquio, no Japão.
Via: Exame/Folha de S.Paulo