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A Huawei anunciou nesta quarta-feira (15) que enviou 6,9 milhões de telefones 5G no ano passado, apesar dos esforços dos Estados Unidos para impedir que a fabricante chinesa de smartphones domine o mercado de redes sem fio da próxima geração.
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No ano passado, a Huawei lançou oito modelos de celulares 5G: o Mate 30 Pro 5G, o Mate 30 5G, o Mate X, o Honor V30, o Honor V30 Pro, o Mate 20 X 5G, o Nova 6 5G e a edição Porsche Design Mate 30 Pro RS.
A Huawei entrou na lista negra do Departamento de Comércio dos Estados Unidos em maio de 2019, seguindo uma ordem executiva do presidente Donald Trump, que baniu efetivamente a empresa das redes de comunicações dos EUA. As autoridades de segurança nacional temem que os dispositivos e equipamentos da Huawei possam ser usados para espionagem pelo governo chinês – uma acusação que a fabricante negou repetidas vezes.
Como resultado da lista negra, a empresa foi obrigada a usar uma versão de código aberto do sistema operacional Android do Google em telefones como o Mate 30.
Em dezembro, a empresa afirmou que embarcou 240 milhões de smartphones em 2019. Apesar da sanção imposta pelos norte-americanos, a Huawei é a segunda maior fabricante de celulares do mundo, atrás apenas da Samsung.
A empresa também divulgou, neste mesmo comunicado de quarta-feira (15), seu equipamento de infraestrutura 5G. Esta é a maior fonte de preocupação para os políticos norte-americanos, a ponto de um grupo bipartidário de senadores dos EUA ter introduzido, na terça-feira (14), uma legislação para subsidiar empresas que desenvolvem equipamentos 5G “confiáveis e seguros”.
Os EUA estão preocupados com a influência global da Huawei. As autoridades americanas tentaram, nesta segunda-feira (13), convencer o governo do primeiro-ministro britânico Boris Johnson a excluir a empresa das redes 5G do Reino Unido. Além disso, também tentam influenciar o Brasil a não permitir que a Huawei participe do leilão de 5G, que deve ocorrer apenas em 2021. No entanto, o ministro Marcos Pontes já afirmou que isso não vai acontecer.
Via: CNET