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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quarta-feira (12) uma ordem executiva que instrui agências federais a adotar medidas para reduzir a interrupção da infraestrutura crítica que depende de serviços de posicionamento, navegação e tempo (PNT), como o GPS.
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A ordem tem como objetivo fortalecer a resiliência da infraestrutura crítica que depende dos serviços PNT, incluindo sistemas de transporte, fornecimento de eletricidade e comunicações. Funcionários do governo consideram essa a primeira ordem sobre o uso desse tipo de conexão.
“Devido à ampla adoção dos serviços de PNT, a interrupção ou manipulação tem o potencial de afetar adversamente a segurança nacional e econômica dos Estados Unidos. O Governo deve promover o uso responsável desses serviços”, descreve a ordem executiva assinada por Trump.
Especificamente, a regra instrui o Departamento de Comércio a desenvolver os chamados ‘perfis PNT’, que serão usados para permitir que o setor público e o privado identifiquem riscos às redes representadas pelos serviços de conexão.
O pedido também exige que o Departamento de Segurança Interna (DHS) desenvolva um plano dentro de um ano para testar vulnerabilidades de sistemas e redes de infraestrutura críticas que podem causar a interrupção ou manipulação dos serviços PNT.

O Escritório de Política Científica e Tecnológica também coordenará um plano nacional dentro de um ano que fornece pesquisa e desenvolvimento de serviços PNT seguros, que não dependerão dos sistemas globais de navegação por satélite.
A ordem foi assinada meses depois que o Departamento de Defesa lançou sua própria estratégia em torno dos serviços PNT, que enfatizava os perigos de um indivíduo ou grupo que usava o GPS para obter vantagens militares.
Como parte da estratégia, o Departamento de Defesa prometeu manter secreta as informações sobre seus esforços para reduzir as ameaças à segurança nacional.
O DHS já havia abordado vulnerabilidades em envolvidas com o PNT, com a agência observando que “os sinais de GPS são de baixa potência e não criptografados, tornando-os suscetíveis a interrupções intencionais”.
Via: TechCrunch