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Nos Estados Unidos, a Uber possui o Uber Health, modalidade em que o médico agenda corridas para que pacientes possam chegar a tempo às suas consultas. Agora, a empresa quer expandir essa funcionalidade para que ela entregue receitas de medicamentos para essas pessoas.
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Nas últimas semanas, Dan Trigub, chefe da Uber Health, tem discutido com legisladores, analistas e repórteres sobre a expansão dos serviços oferecidos pela modalidade. Ele deu como exemplo a entrega de receitas médicas e reiterou o interesse da Uber em entrar nessa área.
Em outubro, durante a conferência de saúde CBInsights Future of Health, realizada em Nova York, Trigub disse que entregar remédios controlados, equipamentos médicos e refeições saudáveis são “todas as coisas em que estamos pensando”.
A Uber não é a primeira empresa com foco em soluções tecnológicas que entrou no ramo de saúde. Companhias como Facebook, Apple, Amazon e Google apresentam recursos voltados para a área da saúde. Com isso, uma preocupação sobre a coleta e análise de dados sensíveis de pacientes se tornou mais presente.
A Uber, ciente desse cenário, deseja expandir seus negócios de uma maneira que não envolva a coleta e análise maciça de dados de pessoas – atualmente, a empresa não revela o objetivo médico das viagens do Uber Health para os motoristas. Além disso, a companhia também mantém os dados de associados do Health isolados dos dados gerais, e restringe quem pode vê-los.
Ainda assim, as viagens para entrega de receita médica representam um dor de cabeça maior na privacidade do que as corridas de ida e volta aos consultórios médicos. Por isso, ainda não está claro como a empresa pretende proteger os dados dos usuários, como por exemplo, os medicamentos que eles estão tomando.
Via: Mashable