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Enquanto o Brasil segue sem data oficial para iniciar sua campanha de imunização, outros países da América Latina começam a vacinação contra Covid-19. México, Costa Rica e Chile foram os primeiros do continente, aplicando as primeiras doses nesta quinta-feira (24).
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“Hoje é o princípio do fim da pandemia”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do México, Marcelo Ebrard. Na quarta-feira (23), o país recebeu três mil doses da vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech, e hoje, a enfermeira María Irene Ramírez, de 59 anos, foi a primeira cidadã mexicana imunizada.
No Chile, uma auxiliar de enfermagem foi a primeira a receber a dose, também da vacina Pfizer. Uma idosa de 91 anos, que reside em um lar de idosos, deu início à campanha na Costa Rica. O país optou por começar as vacinações em asilos.
A Argentina recebeu um carregamento de 300 mil doses da vacina russa Sputnik V nesta quinta, e deve iniciar sua campanha na próxima semana. Já o Equador espera receber imunizantes da Pfizer em janeiro, enquanto Colômbia e Venezuela projetam datas em fevereiro e abril, respectivamente.
Para o restante da América Latina, não há previsão para início da vacinação contra a Covid-19. A Nicarágua pretende utilizar o medicamento russo, mas sem divulgar datas oficiais. O Uruguai, por sua vez, não fechou contrato com nenhum laboratório farmacêutico até o momento.
O Peru chegou a garantir 16 milhões de doses, mas ainda não conta com estrutura para armazenar parte dos medicamentos. Do total, 9,9 milhões são vacinas da Pfizer, que necessitam de refrigeração a uma temperatura de 70° negativos para manterem a validade.
E o Brasil?
Por aqui, ainda faltam algumas etapas para que a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório SinoVac em parceria com o Instituto Butantan, seja liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O governo de São Paulo realizou uma coletiva na quarta (23), anunciando que o imunizante preenche os requisitos necessários para ser usado, mas não divulgou sua taxa de eficácia. Os números devem ser enviados à Anvisa em até 15 dias.
A partir deste momento, a agência pode autorizar o uso da CoronaVac no Brasil, inicialmente em caráter emergencial. Para a população geral, o prazo máximo para divulgação da imunização obrigatoriedade é de cinco dias.