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Não é segredo para ninguém que a Apple está desenvolvendo um headset de realidade mista, que será potente, caro e potencialmente revolucionário. Quem acredita neste último aspecto é Tim Cook, CEO da empresa, que acredita que o dispositivo VR da companhia trará gráficos para conversas de bar e transformará papos corriqueiros em apresentações de Power Point

A declaração foi dada em uma entrevista para a jornalista Kara Swisher, do The New York Times. Para Cook, será possível criar apresentações completas, com gráficos, números e argumentos ricos em conversas rotineiras, mas não deu detalhes sobre como isso vai acontecer. 

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“Não posso falar sobre nada que possa ou não estar em andamento”, declarou o executivo. “Em termos de realidade aumentada, a promessa da realidade aumentada é que você e eu estamos tendo uma ótima conversa agora”, disse para a jornalista. “poderia ser ainda melhor se pudéssemos aumentar nossa discussão com gráficos ou outras coisas que aparecessem”, completou. 

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À primeira vista, esse não parece ser o uso mais atraente para a realidade aumentada, já que podemos imaginar outras possibilidades. Entre elas está acessar o Google Maps sem olhar para o telefone, atender chamadas e responder mensagens enquanto fazemos outras atividades, por exemplo. 

Tecnologia quem vem para ficar

Imagem conceitual de como seria um headset de realidade virtual da Apple, segundo designer italiano. Imagem: Antonio Della Rosa/Acervo pessoal

Tim Cook acredita que a realidade aumentada vem para ficar e já se mostra como uma grande promessa em diversas áreas, como saúde, educação, comércio e jogos. Para o CEO, esta será uma “parte criticamente importante do futuro da Apple”. 

Assim como os iPods no para a música e os iPhones na telefonia móvel, a Apple quer entrar no segmento de realidade aumentada para mudar o patamar do mercado. O dispositivo deve ser extremamente leve, pesando menos que um iPhone 12. 

No entanto, rumores apontam que o preço será pra lá de proibitivo. Segundo as especulações, o valor do produto deve ser em torno de US$ 3 mil (R$ 16,7 mil na conversão direta). Sabendo disso, a empresa precisa dar uma utilidade maior do que gráficos em uma conversa de bar ou facilidade em atender chamadas para que os óculos sejam mais uma necessidade que um simples fetiche. 

Com informações do The New York Times 

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