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A Boeing enviou uma recomendação para as companhias aéreas dos Estados Unidos e solicitou que elas suspendessem temporariamente os voos com o jato 737 MAX. A orientação foi dada por conta de um problema com os sistemas elétricos da aeronave.
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Este é mais um na já longa lista de problemas com esse modelo específico de avião desde que dois deles caíram em 2018 e 2019, matando 346 pessoas. Porém, essa é a primeira vez que os aviões precisam ficar no solo desde que a Administração Federal de Aviação dos EUA autorizou o retorno das operações do jato em 2020.
Pelo menos 65 737 MAX vão permanecer em solo a partir de agora. Entre as companhias aéreas, a mais afetada é a Southwest Airlines, que possui nada menos que 30 aeronaves deste modelo. A American Airlines tem 17 e a United Airlines 16.
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Esse problema não poderia acontecer em um momento pior para o mercado de aviação americano, já que o segmento está se recuperando do grande baque que levou em 2020 por conta da pandemia do novo coronavírus, que acertou em cheio o setor aéreo.
Outra pausa, outro problema

O que causa a paralisação nos voos com o 737 MAX agora em 2021 é algo diferente da primeira suspensão dos voos dessa aeronave. O que gerou os acidentes fatais em 2018 e 2019 foi uma falha no software de segurança que não permitia aos pilotos controlarem a aeronave manualmente após uma falha específica que apontava o avião para baixo.
Investigações apontaram que a Boeing sabia do problema, mas não avisou os pilotos por conta de uma certa pressa para lançar o novo modelo. O Senado americano chegou a acusar até mesmo a Administração Federal de Aviação de conluio com a empresa durante o processo de recertificação do 737 MAX.
Com informações da Reuters
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