Coronavírus

Todas as grávidas e puérperas são inclusas no grupo prioritário de vacinação pelo Ministério da Saúde

Por Lucas Soares, editado por Eduardo Nuvens
27/04/21 16h39, atualizada em 03/09/21 11h14
Todas as grávidas e puérperas são inclusas no grupo prioritário de vacinação pelo Ministério da Saúde

Imagem: Free-Photos (Pixabay)

O Ministério da Saúde fez uma alteração no Plano Nacional de Imunizações e incluiu todas as grávidas e puérperas no grupo prioritário para receber o imunizante contra Covid-19. No último dia 15, as gestantes com comorbidades já haviam sido inclusas.

Dentro desse grupo, as grávidas e puérperas que tiverem doenças preexistentes devem ser vacinadas primeiro. “Neste momento, é altamente provável que o perfil de risco benefício na vacinação das gestantes seja favorável. Portanto, o Programa Nacional de Imunizações […] decidiu por recomendar a vacinação contra a Covid-19 de todas as gestantes e puérperas e incluí-las nos grupos prioritários para vacinação”, disse o órgão em nota.

Grávidas no grupo prioritário

O Ministério da Saúde divulgou o calendário de vacinação do grupo de pessoas com idade entre 18 e 49 anos. Primeiramente, pacientes com Síndrome de Down e doentes renais crônicos. Depois entram as grávidas com comorbidades no grupo prioritário. O resto das gestantes só será imunizado na fase dois, após as pessoas com doenças preexistentes de 55 a 59 anos.

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Nos últimos meses, pesquisas detectaram que os imunizantes atuais contra Covid-19 são seguros em mulheres grávidas. Até então, apenas profissionais de saúde gestantes podiam se vacinar.

A Pfizer, por exemplo, concluiu que “os achados preliminares não mostraram sinais de riscos de segurança óbvios entre as gestantes que receberam vacinas”. Ainda de acordo com o estudo, o único ponto negativo destacado pelas gestantes imunizadas foi a dor no local da injeção. O relato foi feito com mais frequência por grávidas do que por mulheres não grávidas.

O calendário também pode sofrer alterações de acordo com o cronograma dos estados e municípios, principalmente em relação aos dias em que a vacina vai ser aplicada. Ainda sim, as grávidas precisam estar inclusas nos grupos prioritários. Caso a gestante tenha alguma comorbidade, é necessário levar um laudo ou receita médica que confirme a condição.

Via G1

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