Siga o Olhar Digital no Google Discover
Cientistas da Academia Polonesa de Ciências encontraram em Tebas, no Egito, a primeira e única múmia grávida do mundo. De acordo com análises, a mulher foi embalsamada com 28 semanas de gravidez e tinha aproximadamente entre 20 e 30 anos. A descoberta foi feita como parte do “Projeto Múmia de Varsóvia” e publicada na revista científica Journal of Archaeological Science.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
“Não há outro corpo antigo tão bem preservado de uma mulher grávida”, afirmou o autor principal do estudo, Dr. Wojciech Ejsmond.

A gestação foi descoberta após exames de tomografia computadorizada e raios-x, que indicaram restos mortais de cerca de 26 a 30 semanas dentro da egípcia. Teste mais aprofundados revelaram ainda que o feto morreu junto com a mãe.
A equipe não soube explicar o motivo de os restos do feto não terem sido mumificados separadamente, o que seria o correto, mas acreditam que possa ter a ver com o pouco tempo de vida e crenças antigas a respeito da importância de ter um nome. Como a gestação foi interrompida, a criança não nasceu e não tinha um nome.
Para os egípcios, sua vida após a morte então só poderia acontecer se ele fosse para o mundo dos mortos como parte de sua mãe.

Leia mais!
- Tecnologia permite examinar múmias por dentro
- Nova técnica revela o interior de múmias de animais do Egito Antigo
- Arqueólogos encontram múmia milenar com língua de ouro
Além disso, os pesquisadores observaram que o corpo, que morreu há 2.000 anos, foi encontrado em túmulos reais, embrulhado com tecidos finos e embalsamado junto com amuletos que representam os quatro filhos de Hórus, o que sugere que provavelmente ela era importante e fazia parte da elite do local.
“Esta múmia oferece novas possibilidades para estudos de gravidez na antiguidade, que podem ser comparadas e relacionadas a casos atuais”, disse um dos autores do estudo.
“Além disso, este espécime lança uma luz sobre um aspecto não pesquisado dos antigos costumes funerários egípcios e interpretações da gravidez no contexto da antiga religião egípcia”, acrescentou outro, que acredita que a descoberta irá ajudar, inclusive, em pesquisas sobre “a saúde perinatal e a infância no antigo Egito.”
A primeira múmia grávida do mundo, que morreu durante o século 1 a.c., época em que Cleópatra era rainha, está atualmente em exposição no Museu Nacional de Varsóvia.
Fonte: Daily Mail
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!