Qual o futuro das mensagens privadas?

Facebook Messenger
Facebook Messenger Créditos: Shutterstock

Em 2020, muito por conta da pandemia causada pelo coronavírus, o uso de aplicativos de mensagens privadas como o Messenger cresceu muito entre os usuários. O contexto tornou ainda mais relevante ficar conectado com seus amigos e familiares através das mensagens ou chats de vídeo. Só que esse movimento veio até antes do que a crise do vírus e por isso o Facebook está atento.

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Logo em março, Stan Chudnovsky, chefe do Messenger, compartilhou algumas tendências para as mensagens privadas para 2021. Também ocorreu um workshop virtual com especialistas em privacidade, segurança, direitos humanos e proteção ao consumidor para chegarem a uma conclusão sobre o futuro das mensagens.

Veja os das principais pontos workshop: 

  • As expectativas de privacidade são importantes, pois as pessoas querem saber como seus dados estão sendo usados ​​e também quais dados podem ser acessados ​​ao enviarem mensagens. Isso porque a privacidade é pessoal e vem com expectativas diferentes dependendo da situação. 
  • Comunidades vulneráveis ​​contam com espaços privados como saídas de apoio e assistência, por isso precisam da garantia de proteção contra invasões indesejadas.
  • Os consumidores querem mais privacidade e controles de segurança, o que requer um design de produto cuidadoso. Como ferramentas em resposta ao assédio e bullying de forma fácil de usar.
  • As pessoas querem mensagens livres de intrusões indesejadas, ou seja, com capacidade de encontrar e enviar mensagens com filtro para restringir as mensagens de adultos para menores no Messenger e Instagram, por exemplo.
  • A necessidade de encontrar um equilíbrio entre segurança, privacidade e proteção.  Por mais que seja importante, ainda não houve consenso sobre uma abordagem recomendada e os especialistas incentivaram mais consultas para ajudar a encontrar.

O objetivo por trás disso é construir um serviço de mensagens privadas que seja confiável e seguro para todos os usuários. Através de feedbacks dos consumidores, o Facebook quer evoluir e se envolver com a questão para encontrar as melhores soluções.

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Fonte: Blog do Facebook

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Gabriela Bulhões

Gabriela Bulhões é redator(a) no Olhar Digital

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