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Um grupo de pesquisadores liderado por Achim Zeiles, do Departamento de Estatística da Faculdade de Economia e Estatística da Universidade de Insbruck, na Áustria usou simulações com inteligência artificial para tentar prever qual seleção será a vencedora da Eurocopa 2020, que apesar do nome só começou nesta sexta-feira.
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24 equipes participam da competição, que vai até 11 de julho. A estimativa foi feita usando um método de aprendizado de máquina chamado “random forest”, baseada em dados como:
- Uma estimativa da capacidade de cada equipe calculada de acordo com os resultados de todas as partidas oficiais dos últimos oito anos.
- Uma estimativa da capacidade de cada equipe com base nas probabilidades de 19 casas de apostas.
- Classificação média dos jogadores, com base em suas atuações individuais em seus clubes locais e equipes nacionais.
- Variáveis adicionais de cada equipe, como valor de mercado e estrutura, além de fatores socioeconômicos de cada país (como população e PIB).
O modelo de IA foi treinado com dados dos últimos quatro torneios, da Euro 2004 até a Euro 2016. Para eliminar possíveis desvios e “ruído” nos dados, a simulação foi executada 100 mil vezes.
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Os resultados coincidem com o previsto por especialistas: a França é a favorita, com 14,8% de chance de ganhar a competição. Em segundo lugar vem a Inglaterra, com 13,5% e a Espanha, com 12,3%.

Além do vencedor no geral, o modelo também calculou o desempenho de cada seleção ao longo do torneio. O gráfico abaixo mostra que a Espanha, por exemplo, tem grande probabilidade de terminar a primeira rodada na segunda posição, liderar nas quartas de final e cair para a segunda posição, atrás da França, nas semifinais.

Além de Zeiles, também participaram da pesquisa Andreas Groll, Lars Magnus Hvattum, Christophe Ley, Franziska Popp, Gunther Schauberger e Hans Van Eetvelde. O estudo completo será publicado em breve na plataforma de artigos científicos arXiv.