Uma das doenças degenerativas mais comuns em idosos do mundo inteiro é o Alzheimer. No entanto, se descoberto cedo, os tratamentos podem ajudar a retardar os sintomas da condição e proporcionar uma vida melhor para o portador. Nos últimos anos, o número de diagnósticos em estágios iniciais cresceu e o motivo disso pode estar nas mídias digitais.

Acontece que o Alzheimer está cada vez mais presente no cinema e na televisão, com personagens convivendo com os sintomas da doença. Essa exibição combinada com a repercussão das obras nas redes sociais está ajudando a população a identificar os primeiros sintomas e procurar um médico. Isso é apontado em uma pesquisa netnográfica feita pela agência SA365 Health+Life.

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Alzheimer e as redes sociais

Na análise, o Facebook mostrou ter uma importância no compartilhamento de informações entre cuidadoras em grupos. Já o Instagram concentrou a maior parte das campanhas de conscientização, com mais postagens viralizando sobre o tema. O YouTube é a plataforma onde as pessoas buscam informações oficiais e o Twitter concentra o maior número de menções a filmes e séries sobre Alzheimer.

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Por meio dos filmes, séries e redes sociais é onde os pacientes passam a ter informações sobre os primeiros sintomas da doença. Apesar dos benefícios do diagnóstico precoce, o estudo também constatou que ainda existe um estigma muito grande quanto à associação da doença com a velhice. Por isso é importante levar a informação correta.

“Entender a jornada de pacientes e familiares é fundamental para as empresas se posicionarem de maneira correta e possam ajudar a direcionar os cuidados adequados”, explica Gui Rios, fundador da SA365, empresa que conduziu a pesquisa sobre o Alzheimer.
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