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A Intel afirmou que a produção de chips de 7 nanômetros (nm) está “progredindo bem” durante uma conferência com investidores, realizada em 22 de julho. O CEO da empresa, Pat Gelsinger, ainda aproveitou a ocasião para anunciar que novidades virão em um webcast apresentado pela companhia em 26 de julho.
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A novidade vem nos calcanhares de um anúncio bastante positivo, com a Intel afirmando, na conferência, que conseguiu crescimento de 2% ano a ano neste primeiro semestre, atingindo faturamento de US$ 18,2 bilhões (R$ 94,71 milhões). O volume trouxe otimismo à fabricante americana, que aumentou sua expectativa de lucro para o ano de 2021 para US$ 73,5 bilhões (R$ 382,48 bilhões) — um bilhão a mais que a estimativa anterior.
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As notícias são interessantes para a Intel, que apesar da alta, vinha enfrentando problemas com atrasos de produção e entrega dos processadores de 10 e de 7 nanômetros. Em 2020, porém, mesmo com as dificuldades técnicas, a empresa gozou de alta na demanda por novos chips, uma vez que a pandemia da Covid-19 e práticas de trabalho e educação remotos fez com que o público buscasse comprar novos laptops e desktops.
De fato, a divisão de produtos de consumo, sozinha, faturou US$ 10,1 bilhões (R$ 52,56 bilhões) apesar da atual queda na produção de componentes vinda de fornecedores terceirizados. Segundo Gelsinger, a expectativa é a de que essa falta seja relativizada a partir do segundo semestre — mas só após cerca de dois anos é que o mercado deve se recuperar e voltar aos níveis que antecederam a pandemia.
Sobre o dia 26, Gelsinger adiantou apenas tratar-se de um webcast sobre como a Intel vai “acelerar sua cadência anual de inovação com avanços nos processos de semicondutores e embalamento”, sem oferecer maiores detalhes sobre o evento.
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