O PFA (Professional Footballers Association), uma associação criada por jogadores que atuam no futebol inglês, optou por desenvolver um curso que visa ensinar os atletas a investir no mercado de criptomoedas. 

Segundo o The Mirror, a iniciativa foi criada após o PFA notar que grandes figuras do esporte estão investindo alto no mundo dos criptoativos, o que impulsionou o interesse de outros jogadores nos ativos digitais.

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Um dos temores da associação é: os jogadores estão aplicando valores astronômicos nas criptomoedas sem saber exatamente o que estão fazendo. Outro fator de risco é o caso dos jogadores que já enfrentaram problemas com jogos de azar, o que os tornam ainda mais vulneráveis a sofrerem com perdas financeiras.

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Messi no vestiário do PSG. Lionel Messi aceitou receber parte do seu salário em ativos digitais
Lionel Messi no vestiário do PSG. Imagem: PSG/Divulgação

O mundo da bola tem andado de “mãos dadas” com as criptomoedas. Um exemplo? Ninguém menos que Lionel Messi aceitou receber parte do seu salário em ativos digitais.

Além de acumular alta de 145% após a contratação do craque argentino, a criptomoeda do Paris Saint-Germain também foi utilizada como forma de pagamento no contrato milionário. O jogador recebeu “Fan Tokens” do PSG no pacote financeiro — os mesmos comercializados por meio da plataforma ‘Socios.com’.

O Sorare, por sua vez, um jogo de troca de NFTs na forma de figurinhas digitais, anunciou em setembro que recebeu um aporte financeiro de US$ 680 milhões (R$ 3,8 bilhões) — o título conta com jogadores de mais de 175 clubes, como Barcelona, Juventus e Paris Saint-Germain.

A quantia fez com que a empresa responsável pelo game registrasse um valor de mercado de US$ 4.3 bilhões.

Via: The Mirror, Portal do Bitcoin

Créditos da imagem principal: Momentum Fotograh/Shutterstock

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