“Foi perfeito”. Foi assim que a Nasa definiu o lançamento do foguete Soyuz, em 27 de outubro, no qual estava acoplada a nave russa Progress 79. Ela carregava cerca de três toneladas de suprimentos variados para os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS).

O lançamento foi feito no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, às 21h (horário de Brasília). Dois dias depois, a nave chegou à ISS e atracou-se ao módulo Nauka, na parte russa da estação. Uma vez posicionada, foram retirados da nave diversos recursos científicos, além de comida e combustível.

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“Um lançamento perfeito do cosmódromo Baikonur no Cazaquistão”, disse o porta-voz da Nasa, Rob Navias. O plano agora é o de que a Progress 79 fique em torno de seis meses atracada na ISS.

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O lançamento bem-sucedido serve para quebrar a sequência de “atos falhos” sofridos pela parte russa da estação: em julho de 2021, o módulo Nauka, então recentemente instalado na ISS, acionou seus propulsores inadvertidamente, desviando toda a estação do eixo em 540 graus.

Posteriormente, a cápsula Soyuz MS-18 – a mesma que trouxe de volta uma equipe russa de cinema que conduziu filmagens na ISS – conseguiu tirar a estação inteira de sua orientação programada. Segundo a Nasa e a Roscosmos (agência espacial russa), especialistas ainda estão averiguando o que aconteceu.

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