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Um dos objetivos da quarta edição da maratona de programação Hacking.Rio, que ocorre entre os dias 26 e 28 de novembro em formato virtual, será criar soluções de acessibilidade voltadas para deficientes visuais — segundo os dados do último Censo realizado no Brasil, esse grupo responde por 18% da população brasileira.
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No desafio proposto pela Enel Brasil, o maior player privado do setor de energia do país, os participantes do hackathon deverão usar sua criatividade para criar recursos de acessibilidade visando melhorar a experiência de atendimento de pessoas com deficiência visual nas lojas da empresa.

A Head of Innovation Hub da Enel Brasil, Loren de Souza Almeida, declarou que a empresa já atua em diversas frentes “para promover a inclusão e a equidade”.
“A partir dos resultados do desafio, as soluções desenvolvidas no hackathon serão trabalhadas em ações internas para ampliar o desenho de projetos mais inclusivos. A iniciativa faz parte da nossa contribuição ao Valuable 500, um movimento global que insere a pessoa com deficiência na agenda corporativa”, explica.
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A competição entre os “hackers do bem” reunirá mentores, especialistas e instituições de ensino de todo o Brasil e países de língua portuguesa, que disputarão a premiação de até R$ 150 mil. Além do dinheiro, segundo os organizadores, outros benefícios serão oferecidos aos vencedores, como programas de aceleração de startups, bolsas de estudos, produtos exclusivos e viagens ao exterior. Para mais informações, acesse a página do evento.
A CEO e fundadora da iniciativa, Lindalia Junqueira, ressalta que o hackaton também “é feito para transformar vidas”: “Juntamos todo o ecossistema de tecnologia, inovação e educação numa maratona incrível, rica e cheia de aprendizados”, afirma.
Por fim, Junqueira destaca que desde 2018 o Hacking.Rio já reuniu mais de 13 mil participantes e “abriu muitas oportunidades de crescimento pessoal e profissional”.
Créditos da imagem principal: REDPIXEL.PL/Shutterstock
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