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A Força Aérea Real britânica (Royal Air Force, a famosa RAF) anunciou na terça-feira (23) que planeja reduzir seu rastro de carbono e atingir a emissão de zero líquido de CO2 até o ano de 2040.
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Entre as medidas no plano anunciado pela RAF, estão o uso de combustíveis sustentáveis e sintéticos (SAF) para aeronaves, a atualização de equipamentos com alternativas elétricas ou movidas a hidrogênio, o desenvolvimento de aeronaves elétricas e a apresentação de estratégias ambientais.
“A mudança climática é um desafio transnacional que ameaça a resiliência global e nossa segurança e prosperidade compartilhadas”, disse o chefe da aeronáutica britânica, o marechal Sir Mike Wigston. “Estou determinado a enfrentar isso de frente e estabeleci para a RAF a ambiciosa meta de atingir a emissão zero [de gases-estufa] até 2040.”
Combustível é feito a partir de mistura com hidrogênio e carbono
O anúncio do plano vem após o estabelecimento de uma marca importante para a RAF. No início do mês, em conjunto com a Zero Petroleum, o braço aéreo do exército britânico fez o primeiro voo na história usando apenas combustível sintético. Como parte do projeto Martin, a aeronave ultraleve Ikarus C24 sobrevoou com sucesso um campo de aviação em Gloucestershire, oeste da Inglaterra, com combustível sintético UL91.
Segundo a RAF, o combustível é produzido a partir da extração de hidrogênio da água e carbono do CO2 encontrado no ar. Estes componentes são transformados em combustível sintético através de fontes renováveis, como a energia eólica e solar, economizando até 90% do carbono por voo sem afetar o desempenho da aeronave.
“O combustível sintético é, por si só, sustentável. Mas é um tipo muito particular de combustível sintético, porque é totalmente feito pelo homem. Portanto, é um produto industrial, feito com máquinas que ficam em uma fábrica, então o que isso traz é uma incrível eficiência, controle e autoridade sobre o processo”, explica Paddy Lowe, CEO da Zero Petroleum e ex-projetista de equipes tradicionais de Fórmula 1 como Mercedes e McLaren.
Em outra ponta do projeto Martin, a Força Aérea britânica também planeja substituir veículos a diesel por veículos eletrificados para atingir a meta de emissão zero. Além disso, a partir de um outro projeto, chamado Vital, o exército do Reino Unido quer “reduzir e recapturar carbono da atmosfera usando paredes de musgo, plantas e energia geotérmica e solar”.
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