Siga o Olhar Digital no Google Discover
Logo no dia escolhido pela Samsung para anunciar oficialmente o Exynos 2200 como seu mais potente chip, uma entrada no GFXBench, ferramenta utilizada para medir o desempenho de smartphones e tablets, parece ter deixado vazar o Galaxy S22 Ultra com este processador.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
O Exynos 2200 parece realmente promissor, graças ao primeiro fruto depois da parceria entre AMD e Samsung, com a GPU Xclipse 920 e sua arquitetura RDNA 2. Ela é a mesma utilizada nos consoles PlayStation 5 e Xbox Series X e é capaz até mesmo de entregar reflexos e iluminação, feitos com base em ray tracing nos jogos para celular.
Leia também

Já no benchmark, este parece ser o primeiro relato do Galaxy S22 Ultra com o chip Exynos 2200, já que os anteriores envolviam o também potente Qualcomm Snapdragon 8 Gen 1. De acordo com o resultado obtido pelo smartphone no teste Aztec Ruins Normal do GFXBench, o aparelho conseguiu marcar uma média de 109 quadros por segundo.
Exynos 2200 consegue ser 34% superior ao 2100
Em comparação, o Galaxy S21 Ultra com chip anterior, o Exynos 2100, fez o mesmo teste e conseguiu aproximadamente 70 quadros por segundo. O incremento de 34% na taxa de fps é animador demais, mas ainda é preciso esperar para que o celular seja lançado e os testes feitos pelas pessoas, sem entrar na parte de rumor.
Existe também a possibilidade deste aparelho marcar a pontuação em uma situação específica, como rodando o app em uma tela separada e sem outros programas instalados – situação praticamente impossível para o usuário comum.
Também é preciso manter um pouco de ceticismo por alguns pontos importantes, começando pelo próprio benchmark. Este tipo de ferramenta nunca reflete o uso cotidiano do aparelho, mas sim uma situação específica de estresse e em alguns casos o app pode oferecer um resultado até fora da realidade – como quando a empresa detecta ele, aumenta o desempenho naquele momento para uma pontuação alta e depois reduz para o normal do dispositivo.
Via: MySmartPrice.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!