A Hashdex do Brasil lançou o DeFi11, um fundo de investimento (ETF) que faz acompanhamento do desempenho de criptomoedas no setor de finanças descentralizadas na Bolsa de Valores. Os pedidos de reservas já começaram e a previsão é que o produto chegue na B3 em fevereiro. Criado em parceria com o provedor global de índices cripto CF Benchmarks, o DeFi11 será bem próximo do CF DeFi Modified Composite Index, índice que tem 12 ativos em três categorias. 

Crescimento exponencial em 2021 

De acordo com o agregador CoinMarketCap, os criptoativos da classe DeFi somaram US$ 159,6 bilhões em valor de mercado ao longo de 2021. Muito dessa valorização aconteceu por conta dos protocolos de empréstimos e rendimento sem intermediários. 

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O crescimento do valor depositado por investidores foi quase 13 vezes maior em comparação a 2020, passando de US$ 18,7 bilhões para US$ 242,2 bilhões. 

Segundo o CEO da Hashdex, Marcelo Sampaio, investir em DeFi é o mesmo que investir nas fintechs do futuro. “É um mercado muito promissor que, por conta de suas tecnologias disruptivas, pode crescer exponencialmente nos próximos anos”, afirmou. 

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Imagem representa a rotina de análise da bolsa, com computadores com gráficos de ações e um homem falando ao telefone.
Em inglês, ETF significa Exchange Traded Fund, ou seja, trata-se de um fundo de investimento que é negociado na Bolsa de Valores como se fosse uma ação, mas as cotas se apresentam em códigos e estão ligadas com o mercado de criptomoedas. Crédito: Shutterstock

ETF de sucesso 

Dona do HASH11, o primeiro ETF de criptomoedas do Brasil, a Hashdex já conta com um fundo de 130 mil cotistas, tendo ocupado a segundo colocação na Bolsa de Valores. 

A oferta do novo EFT terá como coordenadores de oferta a XP Investimentos, Itaú BBA e o Banco Genial, com uma taxa de administração de 1,3%. A previsão é que a cota inicial de investimentos seja de R$ 50.  

Via: InfoMoney

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