Siga o Olhar Digital no Google Discover
Uma pesquisa realizada no Japão apontou que a variante ômicron do vírus da Covid-19 é capaz de sobreviver por mais tempo que a cepa original na pele humana ou em superfícies. Essa característica contribui para o aumento da infectividade da cepa, que já é mais transmissível.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Segundo os pesquisadores, a ômicron foi capaz de sobreviver por 193,5 horas em superfícies plásticas e por 21,1 horas na pele humana. Este é o primeiro estudo de grande porte a medir o tempo de sobrevida de diferentes cepas do vírus em diferentes tipos de superfícies.
Essa maior meia-vida da ômicron na pele e nas superfícies pode ser um aspecto importante para que a cepa seja tão contagiosa. Porém, ainda são necessários mais estudos para comprovar o quanto a estabilidade ambiental é um aspecto chave para a disseminação do vírus.
Ômicron é mais resistente ao álcool

Uma outra descoberta preocupante é que a ômicron tende a ser levemente mais resistente ao álcool em comparação com a variante de Wuhan em superfícies. Porém, após cerca de 15 segundos de exposição ao álcool, a eficácia na inativação do vírus foi semelhante em ambas as cepas na pele.
Portanto, o estudo mostra que sim, é importante manter um frasco de álcool em gel nas mãos e sempre usar após tocar em algum objeto e não for possível lavar as mãos com água e sabão. Além disso, também é importante sempre higienizar superfícies e embalagens antes de tocá-las.
Estudo tem limitações
O estudo, porém, tem algumas limitações, que são parecidas com as que foram encontradas em pesquisas do tipo realizadas no início da pandemia. A principal delas é a generalização da sobrevida dos vírus em ambientes laboratoriais e no mundo real.
Além disso, não se sabe exatamente o porquê foi adicionada determinada quantidade de vírus em alguns tipos de superfícies. Este dado é importante, já que a quantidade de vírus e sua viabilidade influencia bastante na possibilidade de se infectar após o toque em alguma superfície.
Leia mais:
- Covid-19 pode se tornar uma endemia? Saiba o que isso significa
- Covid-19: crianças e adolescentes infectados podem ter sequela grave
- Ministério da Saúde compra de 2 milhões de doses de vacina para crianças
Neste estudo não há relação entre a quantidade de vírus colocada no início do experimento e a quantidade encontrada após as 193,5 horas. Isso quer dizer que não se sabe se essa quantidade é a mesma depositada por uma pessoa infectada após espirrar, por exemplo.
Via: Galileu
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!