Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um novo estudo da Escola de Medicina da Universidade de Starford, nos Estados Unidos, aponta que o autismo afeta de uma maneira diferente meninos e meninas. A pesquisa ainda relata que a maior parte dos estudos sobre a doença tem maior foco em homens, o que dificulta o diagnóstico do autismo em mulheres.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A pesquisa afirma que na descrição original do autismo, feita por Leo Kanner em 1943, foi tendenciosa para pacientes do sexo masculino. E que atualmente, é possível visualizar que o distúrbio é quatro vezes mais diagnosticado em meninos do que em meninas.
Leia também!
- Vape pode causar doenças gengivais, diz estudo
- Comer vegetais não previne doenças cardiovasculares, aponta estudo
- Saiba o que é sepse, condição que fez jovem ter as pernas amputadas após ingerir comida estragada
“Quando uma condição é descrita de forma tendenciosa, os métodos de diagnóstico são tendenciosos”, disse Kaustubh Supekar, professor clínico de psiquiatria e ciências comportamentais. “Nós detectamos diferenças significativas entre os cérebros de meninos e meninas com autismo e obtivemos previsões individualizadas de sintomas clínicos em meninas”, contou o principal autor do estudo, Vinod Menon.
Menon explica que existe uma camuflagem dos sintomas do autismo em meninas, o que dificulta o diagnóstico e, consequentemente, retarda o tratamento. E, no caso do espectro autista, quanto mais cedo o início do tratamento, mais fácil se darão os estímulos sociais e cognitivos.
Ao utilizar técnicas de inteligência artificial próprias para diferenciação de meninos e meninas, os pesquisadores analisaram centenas de exames cerebrais dos dois sexos e puderam concluir que as meninas tinham padrões de conectividade diferentes dos meninos em vários centros cerebrais, incluindo sistemas de atenção motora, linguística e visuoespacial.

“Podemos precisar de testes diferentes para mulheres em comparação com homens. Os algoritmos de inteligência artificial que desenvolvemos podem ajudar a melhorar o diagnóstico de autismo em meninas”, disse Supekar.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!