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Diversas cidades do Brasil suspenderam a Folia de Momo. As festas de carnaval foram completamente canceladas no Recife, em Olinda e em Salvador, grandes polos, e tiveram apenas os blocos de rua proibidos, como Rio de Janeiro e São Paulo. E isso impactou o bolso dos músicos. De acordo com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), a arrecadação no carnaval deve cair 62%.
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No relatório O Que o Brasil Ouve, o Ecad estima que serão apenas R$ 6 milhões para a indústria da música, já que este ano mais uma vez não há eventos e blocos carnavalescos. A comparação é com o ano de 2020, último em que o carnaval aconteceu normalmente, antes da pandemia da Covid-19.
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O prejuízo financeiro e cultural é maior para os que vivem do direito autoral. Em 2020, foram pagos R$ 24 milhões para mais de 14 mil compositores e demais artistas, pelas músicas tocadas nas festividades. “A instabilidade do cenário pode levar a uma arrecadação ainda menor que a prevista no início do ano”, disse Isabel Amorim, superintendente executiva do Ecad.
Durante a pandemia, as plataformas de streaming como Spotify e Deezer, por exemplo, foram as fontes de arrecadação do Ecad para os músicos. O escritório tem contratos com os serviços digitais para realizar os pagamentos relativos à disponibilização das músicas, do mesmo modo que acontece em exibições públicas.

O Ecad consegue quantificar as reproduções nas mídias digitais para distribuir o dinheiro. Em 2020 inteiro, por exemplo, foram 768 bilhões de faixas tocadas nas plataformas, somando R$ 184,5 milhões em execução pública, um valor 41,2% superior ao registrado em 2019, quando foram arrecadados R$ 130,7 milhões.
“O crescimento desse segmento já era percebido desde antes da pandemia e foi impulsionado pela quarentena forçada, assim como pela diminuição de receita em shows e em sonorização ambiental, por exemplo”, destacou, no ano passado, Isabel Amorim.
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