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Teddy Jones é um bebê de 18 meses que nasceu com uma doença extremamente rara denominada craniossinostose (ou cranioestenose), que se trata do fechamento prematuro de uma ou mais suturas do crânio, impedindo o desenvolvimento do cérebro.
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As suturas são como linhas que unem os ossos da cabeça, dando mobilidade para o crânio desde a passagem no canal do parto até o crescimento cerebral adequado. A Sociedade de Pediatria de São Paulo, aponta que uma a cada 2 mil crianças nascem com o problema dessas suturas fechadas e o caso é mais comum em meninos.
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O bebê nascido em North Yorkshire, na Inglaterra, precisou passar por uma longa cirurgia para remodelar seu crânio, pois quando a craniossinostose não é tratada pode gerar deformidades na cabeça e até mesmo lesões neurológicas graves.
O garoto ficou quase 10 horas no centro cirúrgico do Hospital Infantil Alder Hey, em Liverpool. “Eles cortaram sua cabeça de orelha a orelha, removeram parte de seu crânio, remodelaram e colocaram de volta”, contou a mãe do paciente em entrevista ao jornal Daily Mail.
De acordo com a mãe do menino, nem parecia que ele tinha passado por um procedimento de grande complexidade, pois estava bem animado depois da operação e chegou a ficar frustrado por não poder correr.

Alguns dias após o procedimento, os olhos de Teddy ficaram muito inchados, a ponto que ele não conseguia abri-los. No entanto, isso não foi motivo para desânimo. “Agora terá espaço suficiente para o cérebro dele crescer. É absolutamente incrível o que eles [os médicos] podem fazer”, comemorou a mãe do bebê.
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