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A BMW anunciou na semana passada um plano para reciclagem e reutilização de níquel, lítio e cobalto de baterias que não são mais úteis em carros elétricos. Por meio da joint venture BMW Brilliance Automotive (BBA), estabelecida em parceria com a empresa chinesa Brilliance Auto, a montadora alemã quer contemplar no projeto baterias de carros de desenvolvimento totalmente ou parcialmente elétricos, modelos de teste e rejeitos de produção — no futuro, também veículos em fim de vida.
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Atualmente, a política chinesa exige que as montadoras instalem um sistema de rastreamento nas baterias para que, posteriormente, elas sejam recicladas. A codificação permite que as baterias de toda a cadeia de valor — desde mulas de teste até modelos de produção (no caso da China, um SUV X3) — possam ser recicladas. Uma vez devolvidas, as unidades são avaliadas para reutilização. Diante de tal cenário, a BMW, então, decidiu dar início ao projeto.

De acordo com a marca da Baviera, a maior parte das baterias recicladas, em um primeiro momento, está saindo de veículos de teste, já que os modelos de produção atuais não têm idade suficiente para fornecimento — isso deve mudar à medida que modelos como o iX ficarem mais velhos. Há dois anos, elas são transportadas para empilhadeiras de alta capacidade da BBA na China, mas há planos para adoção em empilhadeiras de paletes e unidades estacionárias de armazenamento de energia.
Caso as baterias não atendam aos critérios para reutilização, componentes internos com níquel, lítio e cobalto serão canalizados para a produção de novas células, segundo a montadora alemã.

Benefício imediato
A BMW afirma ainda que os benefícios da reciclagem são quase imediatos. Em comparação ao uso de materiais de bateria recém-extraídos, a montadora alemã vê uma redução de 70% nas emissões de gás carbônico.
“À luz da crescente escassez de recursos finitos e do aumento dos preços dos commodities, é especialmente importante avançar com a economia circular, aumentar a porcentagem de materiais reutilizáveis e reduzir nossa dependência de matérias-primas”, ressalta Jochen Goller, diretor da BMW na China, em comunicado à imprensa.
A montadora germânica também planeja expandir seus programas de reciclagem na China, incluindo nas metas a necessidade de estabelecer 50% das vendas com carros elétricos até 2030 e a neutralidade climática para toda a cadeia de fornecedores até 2050.
Crédito da imagem principal: BMW/Divulgação
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