Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um estudo publicado recentemente na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society descreve a descoberta de aglomerados estelares quase tão antigos quanto o próprio Universo – que só foi possível graças aos dados coletados pelo Telescópio Espacial James Webb.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Com a ajuda de uma ferramenta natural de ampliação, as chamadas lentes gravitacionais, os astrônomos conseguiram observar os primeiros estágios da formação de galáxias em uma época em que o Universo tinha menos de um bilhão de anos.

Dá-se o nome de lente gravitacional ao efeito causado pela curvatura da luz nas proximidades de objetos extremamente massivos, como buracos negros ou, nesse caso, enormes aglomerados de galáxias.
Aproveitando o efeito de ampliação do aglomerado SMACS 0723, que está a 4,6 bilhões de anos-luz de distância da Terra, os cientistas puderam ver galáxias ainda mais distantes ao fundo.
A imagem do aglomerado SMACS 0723 usada neste estudo foi uma das primeiras imagens obtidas pelo Webb a ser divulgada ao público, em 12 de julho de 2022.
Ela revela várias dessas galáxias de fundo ampliadas, a mais antiga das quais tem mais de 13 bilhões de anos – que os astrônomos estimam ter se formado apenas cerca de 680 milhões de anos após o Big Bang.
Leia mais:
- James Webb faz sua primeira captura de uma ocultação estelar
- James Webb encontra galáxias antigas semelhantes à Via Láctea
- Telescópio James Webb é eleito o maior avanço científico de 2022
Dentro e ao redor dessas galáxias antigas, os cientistas encontraram aglomerados de estrelas, uma espécie de embriões galácticos, que representam os primeiros estágios da formação de galáxias e revelam como elas evoluíram e cresceram nas primeiras centenas de milhões de anos após o nascimento do Universo.
“As imagens do Telescópio Espacial James Webb mostram que agora podemos detectar estruturas muito pequenas dentro de galáxias muito distantes e que podemos ver esses aglomerados em muitas dessas galáxias”, disse Angela Adamo, astrônoma da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e uma das principais autoras do estudo, em um comunicado. “O telescópio é um divisor de águas para todo o campo de pesquisa e nos ajuda a entender como as galáxias se formam e evoluem”.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!