Um eclipse solar é quando a Lua entra na frente do Sol. Para quem olha da Terra, o satélite natural fica preto, com uma aura alaranjada. E projeta uma sombra na superfície terrestre, onde o dia vira noite (por um tempinho).

Geralmente, cada eclipse é de um jeito. Isso porque eles combinam, à sua maneira, dois fatores: o grau de inclinação da órbita lunar e as distâncias entre Terra, Lua e Sol.

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Como é o processo do eclipse solar?

Pôr do sol com eclipse solar
Um eclipse solar projeta umbra e penumbra na superfície da Terra (Foto: Matt Hecht/Flickr)

O eclipse solar acontece quando a Lua “tapa” o Sol (ou parte dele). Isso, claro, da perspectiva de alguém na Terra – afinal, o satélite é 400 vezes menor que a estrela. Esse fenômeno só pode rolar na Lua nova, a única fase em que o satélite fica entre a Terra e o Sol.

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Durante um eclipse solar, a Lua projeta duas áreas na superfície terrestre: a umbra e a penumbra. A área umbral é onde rola o eclipse total – isto é, área em que o dia literalmente vira noite. Já na área penumbral, a sombra é mais “fraca”. Lá, o eclipse é parcial.

Veja abaixo imagens de um eclipse solar capturadas pelo satélite Hinode, da NASA, em novembro de 2022:

Quatro eclipses estão previstos para 2023. E o Olhar Digital já publicou as datas de todos eles.

Quais são os 4 tipos de eclipse solar?

Montagem com três tipos de eclipse solar
Existem eclipses solares parciais, anulares e totais (Imagem: Fernando de Gorocica/Wikimedia Commons)

Lembra da combinação de fatores no eclipse solar? Então, quando a Lua está perto da Terra e o planeta longe do Sol, por exemplo, forma-se uma sombra completa. Mas quando a Lua está mais longe da Terra, forma-se uma sombra incompleta.

Por isso, existem quatro tipos de eclipse solar. São eles:

  • Total: Lua oculta toda a luz do Sol;
  • Parcial: disco lunar oculta parte da luminosidade solar;
  • Anelar: Lua não encobre toda a área do Sol, o que forma um “anel” em volta do satélite natural;
  • Híbrido: por conta da inclinação da órbita lunar, é total em alguns pontos da superfície terrestre e anelar em outros.

Se o deslocamento do satélite natural não fosse de cinco graus, em relação ao eixo terrestre, rolaria um eclipse solar a cada Lua nova. Graças a essa inclinação, o satélite atravessa o plano orbital da Terra apenas duas vezes ao ano.

Fonte: Brasil Escola

Imagem de destaque: PxHere

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