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A Xiaomi deve começar a produção em massa de seu carro elétrico já a partir do ano que vem. A novidade pode esquentar o mercado e trazer um concorrente para a tecnologia embarcada nos Tesla, pois a marca chinesa pretende manter o foco em software, que neste caso utiliza rodas e não um celular para funcionar.
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O mercado já vem flertando com a possibilidade da Xiaomi entrar no mercado automotivo com um veículo próprio, ou em parceria com marcas como faz com produtos da Mijia. Nesta semana, o próprio diretor executivo da empresa asiática, Lei Jun, comentou que dedica metade de seu tempo e energia na divisão responsável pelos veículos.
Segundo o site Gizmochina, o time de desenvolvimento para carro elétrico da Xiaomi conta com 2,3 mil funcionários dedicados para este assunto e a produção em massa dos veículos deve começar já no primeiro trimestre de 2024. Os rumores apontam para a empresa apostar neste segmento ao ponto de ser líder já em seu primeiro ano – não está claro se será líder na China ou em todo o mercado global.
Xiaomi quer lucrar no software do carro
Para Lei Jun, o objetivo da Xiaomi para o mercado automotivo está no lucro com o software. Esta afirmação pode colocar a marca dentro de um mercado já explorado por outras como a Tesla, que oferece muito de seu carro, mas cobra US$ 15 mil extras para que o motorista utilize o modo completamente autônomo (chamado por FSD).
A Tesla ainda cobra entre US$ 99 e US$ 199 por mês para a ferramenta funcionar em seus veículos, que já contam com todo o equipamento pronto para o uso autônomo e depende apenas de liberação via software para o recurso ser utilizado.
Também é possível que a Xiaomi aposte em outras frentes, entregando parte do conforto da tecnologia com base em uma assinatura mensal. Este caminho pode até mesmo tornar o carro elétrico mais barato para quem não pretende ter toda a tecnologia, ou consideravelmente mais caro para o motorista que quer estar na vanguarda.
A Xiaomi tem uma fábrica para carros elétricos na China e pretende fabricar cerca de 300 mil veículos elétricos por ano a partir de 2024.
Imagem principal: Weibo/Reprodução.
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