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Um estudo, publicado na sexta-feira (14) na revista Cell Genomics, revelou que as células nas placas de crescimento (feitas de cartilagem nas extremidades dos ossos, endurecendo conforme o crescimento) determinam o comprimento e a forma de nossos ossos, e até nossa estatura.
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Os cientistas envolvidos na pesquisa, desenvolvida na Harvard Medical School, descobriram potenciais “genes de altura”, e que as alterações genéticas que afetam a maturação das células da cartilagem são capazes de influenciar na altura dos adultos.
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“O estudo está realmente entendendo a genética do esqueleto”, apontou a autora sênior Nora Renthal, do Hospital Infantil de Boston e da Universidade de Harvard. “A altura é um bom ponto de partida para entender a relação entre genes, placas de crescimento e crescimento esquelético, porque podemos medir a altura de cada ser humano.”
- Durante a pesquisa, os cientistas analisaram 600 milhões de células de cartilagem de camundongos, com o intuito de identificar a influência de genes excluídos no crescimento e na maturação celular;
- Essas mudanças celulares na placa de crescimento são responsáveis pelas variações na altura humana;
- Além disso, esse estudo revelou 145 genes que estão ligados a distúrbios esqueléticos e também são cruciais para a maturação da placa de crescimento e formação óssea.
Para chegar a esse ponto do estudo, os pesquisadores da Harvard Medical School compararam genes descobertos com dados de estudos de associação genômica ampla (Genome Wide Association Studies, o GWAS) de altura humana. O GWAS permite que pesquisadores estudem o genoma humano, com enfoque em descobrir detalhes cruciais sobre onde os “genes de altura” estão localizados em nosso DNA.
Dificultando esse processo, essas regiões podem conter diversos genes, confundindo o trabalho de pesquisadores durante o rastreio dos genes em questão. Mas essas regiões podem conter vários genes, tornando difícil para os pesquisadores rastrear e estudar um alvo individual. “É como procurar a casa do seu amigo, mas você só sabe o CEP”, diz Renthal. “É difícil.”
Vejo pacientes com displasia esquelética, onde não há tratamento, porque a genética fez seus ossos crescerem dessa maneira […] É minha esperança que, quanto mais pudermos entender sobre a biologia da placa de crescimento, mais seremos capazes de intervir em momentos anteriores no crescimento de esqueletos e na vida de uma criança.
Nora Renthal, do Hospital Infantil de Boston e da Universidade de Harvard
Com informações de EurekAlert!
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