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Depois de “passar” por Saturno e Mercúrio, a Lua continua sua “turnê mensal” de abril pelos planetas do Sistema Solar “visitando” Vênus, com quem compartilha a mesma ascensão reta neste domingo (23), em um fenômeno conhecido como conjunção astronômica.
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Do ponto de vista de um observador situado na cidade de São Paulo, a dupla será visível a partir das 9h32 (pelo horário de Brasília), continuando a ser observável até mais ou menos 20h06.

De acordo com o site In-The-Sky.org, a Lua estará com magnitude de -10.3, e a de Vênus será de -4.1, ambos na constelação de Touro. Quanto mais brilhante um corpo parece, menor é o valor de sua magnitude (relação inversa). O Sol, por exemplo, que é o objeto mais brilhante do céu, tem magnitude aparente de -27.
O par não estará caberá dentro do campo de visão de um telescópio, mas será visível a olho nu ou através de binóculos.
Quase ao mesmo tempo, ocorre o chamado appulse, termo que se refere à separação mínima aparente entre dois corpos no céu, de acordo com o guia de astronomia Starwalk Space.
O que diferencia as duas expressões é que, embora o termo “conjunção” também seja utilizado popularmente para representar uma aproximação aparente entre dois astros, tecnicamente, a conjunção astronômica só ocorre no momento em que os dois objetos compartilham a mesma ascensão reta (coordenada astronômica equivalente à longitude terrestre).
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Depois de Vênus, o último planeta a fazer conjunção com a Lua em março será Marte, na terça-feira (25). Essa série de conjunções ocorre em razão de o nosso satélite natural orbitar a Terra aproximadamente no mesmo plano em que os planetas orbitam o Sol, chamado plano da eclíptica.
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