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Durante anos, o Google fez ajustes mínimos na aparência de seu buscador, que impulsiona um negócio de publicidade que faturou mais de US$ 162 bilhões no ano passado.
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Porém, isso está prestes a mudar, já que o número de sites ativos no Google se estabilizou nos últimos anos. Isso significa que os usuários da internet estão recorrendo cada vez mais a outros sites e aplicativos para encontrar indicações de restaurantes e outras informações úteis.
Em outras palavras, o Google está se sentindo pressionado a mudar por conta da popularidade da rede social TikTok e do chatbot ChaGPT – que foi rapidamente incorporado ao Bing, da Microsoft.
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Com isso, o maior buscador do mundo quer se afastar do seu formato tradicional: uma página de resultados com 10 links azuis, de acordo com documentos da empresa e pessoas familiarizadas com o assunto.
A ideia do Google é tornar seu mecanismo de busca mais “visual, agradável, pessoal e humano”, com foco em atender jovens globalmente, conforme os documentos.
Na prática, a empresa quer incorporar conversas com inteligência artificial, vídeos mais curtos e postagens de mídia social na página de resultados.
Espera-se que pelo menos um dos recursos já seja lançado na próxima semana durante a conferência anual de desenvolvedores (a “I/O”). Trata-se do projeto de codinome “Magi”, um recurso que permite usuários a realizarem conversas com um programa de inteligência artificial, disseram fontes ouvidas pelo The Wall Street Journal.
O Google tem a oportunidade de liderar uma mudança no comportamento do consumidor em relação à pesquisa na Internet, mas as pessoas recorrerão a outros serviços se a empresa não agir rápido o suficiente, disse John Battelle, autor do livro “The Search” (“A Busca” em tradução livre), que conta a história da empresa.
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