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Em 2022, Mark Zuckerberg estava 100% focado no metaverso, disposto a investir tudo o que fosse preciso para dominar a realidade virtual. E isso acabou lhe custando caro: sua fortuna chegou a despencar em mais de US$100 bilhões, tirando-lhe do terceiro lugar entre os mais ricos do mundo.
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Já neste ano, em uma tentativa de “correr atrás do prejuízo”, o empresário resolveu voltar suas atenções para o mundo físico. E, neste sentido, foram tomadas duas providências principais.
A primeira, um corte de custos sem precedentes na história da Meta (conglomerado que abrange, entre outras plataformas, as redes sociais Facebook e Instagram, além do Whatsapp), do qual é dono. E a segunda, dedicar-se ao desenvolvimento de um aplicativo concorrente do Twitter de Elon Musk.
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Mark Zuckerberg é a 12ª pessoa mais rica do mundo
Os resultados mostram que as medidas podem ter valido a pena. A fortuna de Zuckerberg, que é composta em grande parte por sua participação na Meta, cresceu cerca de US$44 bilhões este ano. Isso representa o maior aumento entre todas as pessoas analisadas pelo Índice Bloomberg de Bilionários, ranking no qual ele ocupa, atualmente, a 12ª colocação.

Mesmo com as ações da Meta fechando em leve queda na sexta-feira (19) em Nova York, o pivô de eficiência de Zuckerberg confere ao grupo o segundo melhor desempenho deste ano no S&P 500, subindo mais de 100% e empurrando seu patrimônio líquido para US$89,9 bilhões.
Segundo especialistas da Loop Capital Markets, a perspectiva de receita da Meta também é animadora, com previsão de US$320 por ação, em comparação com o preço de fechamento de sexta-feira de US$245,64.
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