Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Meta foi condenada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a pagar R$ 20 milhões em dano moral coletivo e individual após sofrer com vazamento de dados de brasileiros entre 2018 e 2019.
Ofertas
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
O que aconteceu:
- Segundo a denúncia, cibercriminosos conseguiram nome, telefone e e-mail de pelo menos 15 milhões de usuários do WhatsApp e Messenger, além da instalação remota de software espião em celulares, deixando ainda mais dados pessoais expostos.
- Outras 14 milhões de pessoas tiveram informações como gênero, religião, cidade natal, data de nascimento, informações de trabalho e até locais onde estiveram violadas.
Leia mais:
- Instagram com erro? Veja como consertar principais bugs na rede social
- Alibaba adota o Llama 2, novo modelo de IA gratuito da Meta
- Instagram lança ‘assinaturas’ para influencers venderem conteúdo exclusivo
Dois processos foram movidos pelo Instituto de Defesa Coletiva. O juiz José Maurício Cantarina Villela, da 29ª Vara Cível de Belo Horizonte (MG), apontou que a falha é responsabilidade de quem lucra com as plataformas, neste caso a Meta.
O valor da condenação chega a R$ 10 milhões por processo e mais R$ 5 mil por dados a cada pessoa afetada pelos vazamentos.
A Meta pode recorrer da decisão e ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
Coleta indevida de dados na Austrália
A notícia chega justamente após um tribunal australiano também condenar a Meta a pagar o equivalente a US$ 14 milhões em multas por coletar dados sem autorização através do Onavo, um aplicativo para celular criado para proteger a privacidade dos usuários.
O que aconteceu:
- O julgamento envolve o Onavo, um serviço de rede privada virtual (VPN) oferecido pelo Facebook entre 2016 e 2017.
- O aplicativo foi anunciado como uma forma de manter as informações pessoais dos usuários mais seguras.
- O Facebook usou o Onavo para coletar a localização, horário e frequência que os usuários estavam usando outros aplicativos/sites pelo celular para fins publicitários.
Saiba mais sobre o caso aqui.
Com informações do g1
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!