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A instabilidade climática que afeta partes do Brasil neste segundo semestre tem como uma de suas principais causas do Super El Niño. O fenômeno meteorológico é apontado como um dos responsáveis pela formação do ciclone no Rio Grande do Sul no começo do mês, que deixou mortos e desabrigados.
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As informações são do mais recente relatório do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que está divulgando relatórios mensais sobre o El Niño de 2023.
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De acordo com o órgão, neste ano, um efeito do El Niño foram as chuvas registradas no Rio Grande do Sul, entre 1º e 19 de setembro, cujos volumes ficaram em torno de 450 milímetros (mm). Nos demais estados do país, foi registrado um déficit de precipitação, com volumes superiores a 50 mm, abaixo da média histórica, na Região Norte.
Isso não significa que o auge do fenômeno tenha passado. “Para o próximo trimestre (outubro, novembro e dezembro) a previsão indica maior probabilidade de chuva abaixo da faixa normal entre o leste, centro e faixa norte do Brasil. Entre a Região Sul, parte de Mato Grosso do Sul e de São Paulo, a previsão indica maior chance de chuva acima da faixa normal. Esta previsão reflete as características típicas de El Niño sobre o Brasil. Já a previsão de temperatura indica maior probabilidade de valores acima da faixa normal na maior parte do País”, explica o Inmet.

Super El Niño ainda está no começo e consequências podem ser catastróficas
O Super El Niño ainda está apenas no começo. A informação é do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que soltou o alerta dizendo que, apesar do estrago climático em partes do Brasil nas últimas semanas, o fenômeno climático ainda não chegou em seu auge.
Segundo o órgão, situações similares ao recente ciclone no Rio Grande do Sul podem ocorrer nos próximos meses. A previsão é de chuvas acima da média para o sul do Brasil até novembro, com cerca de 100 municípios gaúchos já tendo sido afetados pelas inundações decorrentes das precipitações históricas. Veja mais.