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A União Europeia já havia anunciado no mês passado a imposição de uma taxação ainda mais elevada sobre a importação de carros elétricos da China, que começaria a valer em algum momento de julho. Nesta semana, veio a confirmação de que a nova tarifa passa a valer a partir desta próxima sexta-feira (04).
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O Wall Street Journal ainda informa que a confirmação se deu após as negociações com o governo chinês e o lobby da indústria automobilística alemã e outras não chegarem a um acordo para suspender as tarifas.
A comissão da União Europeia vinha alegando que o governo chinês subsidia injustamente as empresas de veículos elétricos – incluindo os fabricantes de automóveis europeus que importam carros elétricos para a Europa – a um nível que prejudica a concorrência.
Os subsídios permitem que os fabricantes de automóveis na China vendam os carros elétricos por menos do que os veículos fabricados na Europa, o que levou às tarifas para proteger a indústria.
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Montadoras europeias não aprovaram taxa para a China
- Os fabricantes de automóveis europeus, incluindo Volkswagen, BMW, Mercedes-Benz e Stellantis, enfrentam pressão de preços e de quota de mercado na China por parte de fabricantes locais como BYD e Geely, que também têm planos de crescimento na Europa.
- Contudo, a Volkswagen, assim como outras fabricantes de carros da Europa, não foram a favor desse aumento na taxação dos carros elétricos chineses.
- Há um temor que essa medida aumente as tensões e leve a uma guerra comercial, o que pode prejudicar a indústria europeia a longo prazo.
As novas tarifas impostas variam entre 17,4% e 37,6%, mas elas se juntam a tarifa pré-existente de 10% – dependendo das importações, dos subsídios e da cooperação com a investigação.
Com isso, as chinesas BYD, Geely e SAIC precisarão lidar com uma taxação de 17,4%, 19,9% e 37,6%, respectivamente.
Para além da China, várias montadoras estarão sujeitas a novas tarifas de 20,8%, a média ponderada. A Tesla, que disse que poderia aumentar os preços devido às taxas, poderia receber uma tarifa personalizada. A decisão será tomada se e quando as tarifas se tornarem definitivas em novembro, disse a UE, e a partir dali entrariam em vigor por cinco anos.
