Siga o Olhar Digital no Google Discover
Com a missão Artemis 2, prevista para 2026, a NASA se prepara para escrever um novo capítulo na história da exploração lunar. Será a primeira vez, em mais de meio século, que astronautas serão lançados à Lua, ainda sem pouso.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
O objetivo é dar uma volta ao redor do satélite natural da Terra e retornar ao planeta, testando os sistemas para viagens futuras. Para isso, será utilizado um dos foguetes mais potentes já construídos: o Space Launch System (SLS).
Recentemente, a NASA concluiu uma etapa essencial para o lançamento. No Centro Espacial Kennedy, na Flórida, a equipe técnica conectou o estágio central do veículo aos propulsores laterais.
After moving the @NASA_SLS core stage north in the Vehicle Assembly Building transfer aisle, teams began lifting it with two of the facility’s overhead cranes, reorienting it into a vertical position. This is called a “breakover.” pic.twitter.com/phNH0nWcIU
— NASA’s Exploration Ground Systems (@NASAGroundSys) March 25, 2025
Em comunicado, a agência explica que o estágio central do SLS é responsável por armazenar o combustível principal do foguete. Ele mede 65 metros de altura e foi cuidadosamente manobrado dentro do Edifício de Montagem de Veículos usando um enorme guindaste.
Após ser reposicionado, foi encaixado entre os dois propulsores laterais, que também impressionam pelo tamanho: cada um tem 54 metros de altura e juntos garantem mais de 75% da força necessária para levantar o foguete do chão.

Além do estágio central e dos propulsores, outras partes do sistema também começaram a ser acopladas nas últimas semanas. Entre elas estão os painéis solares, as carenagens protetoras e o módulo de serviço europeu que acompanhará a cápsula Orion. A expectativa é que, nos próximos meses, todas essas peças formem a estrutura completa do foguete.
A missão Artemis 2 será a segunda etapa do Programa Artemis, criado para levar novamente astronautas à Lua e, futuramente, estabelecer uma presença humana duradoura por lá. A primeira missão, Artemis 1, foi lançada em 2022 e enviou uma cápsula Orion sem tripulação para orbitar a Lua e voltar em segurança, em um voo de teste.
Desta vez, quatro astronautas estarão a bordo: Reid Wiseman, comandante da missão; Victor Glover, piloto; Christina Koch, especialista de missão; e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA). Juntos, eles serão os primeiros humanos a se aproximarem da Lua desde a última missão Apollo, em 1972.
Leia mais:
- Por que voltar à Lua parece ser tão difícil?
- Conquista da Lua abre caminho para voos mais longos no espaço
- Por que os astronautas da missão Artemis 2 não vão pousar na Lua?
Ordem de Trump pode mudar tripulação que vai pousar na Lua?
A NASA também planeja a missão Artemis 3, que prevê levar astronautas à superfície lunar em 2027. Inicialmente, essa missão estava marcada para 2026, mas problemas identificados no escudo térmico da cápsula Orion durante o voo Artemis 1 fizeram a agência adiar as datas.
Desde os primeiros anúncios do programa, Artemis 3 foi divulgada como a missão que pousaria a primeira mulher e a primeira pessoa preta na superfície lunar. A NASA, no entanto, não menciona mais esse compromisso nos comunicados do programa, levantando dúvidas sobre o futuro da diversidade na exploração lunar.
A mudança ocorre em meio a uma reestruturação de políticas do governo de Donald Trump, que ordenou o fim de programas voltados à diversidade, equidade, inclusão e acessibilidade (DEIA). Segundo a Casa Branca, essas iniciativas representam “desperdício de dinheiro público e discriminação vergonhosa”. Saiba mais aqui.