Siga o Olhar Digital no Google Discover
Assim como a cloroquina, a hidroxicloroquina e o medicamento Remdesivir, a droga favipiravir tem sido estudada como uma alternativa para o tratamento da Covid-19. De nome Avigan, o remédio que carrega favipiravir foi usado na Guiné, em 2016, no combate ao vírus ebola.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
A Organização Mundial da Saúde (OMS) segue alertando para a falta de testes clínicos conclusivos que garantam a eficácia de qualquer medicamento contra o coronavírus, inclusive o Avigan. Ainda assim, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, tem promovido o favipiravir.
O governo japonês até prometeu que fornecerá a droga a mais de 40 países caso a aprovação do medicamento aconteça já em maio, como é esperado por eles. Mais de 80 países demonstraram interesse no Avigan, que é desenvolvido pela Fujifilm Holdings, empresa japonesa.

Contudo, vale lembrar que essa não é a primeira vez que políticos e governos promovem uma droga contra o coronavírus. No Brasil e nos Estados Unidos, a cloroquina e a hidroxicloroquina foram apontadas como soluções pelos presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump após alguns testes com poucos pacientes e sem grupos de controle.
Nos Estados Unidos há também o antiviral Remdesivir, desenvolvido pela Gilead Sciences, que, segundo a companhia, tem apresentado resultados positivos na aceleração da recuperação dos pacientes com coronavírus.
Por ora, não existe nenhum remédio ou vacina com eficácia comprovada contra a Covid-19. Portanto, o isolamento social segue sendo a medida mais correta para conter a propagação do vírus. Ele já infectou mais de três milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Universidade John Hopkins, que monitora a pandemia desde o início.
Via: Exame