Fake News

Gigantes da tecnologia aderem ao Programa contra Desinformação do TSE

Sofia Aureli, editado por Matheus Luque 18/10/2019 14h41
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Google, Facebook, Twitter e WhatsApp vão aderir ao Programa de Enfrentamento à Desinformação do TSE, na próxima terça-feira (22) às 18h15, no Gabinete da Presidência da Corte

A partir desta terça-feira (22) o Programa de Enfrentamento à Desinformação do TSE contará com a participação de grandes empresas de tecnologia. Google, Twitter, Facebook e WhatsApp, empresas que tem um histórico conflitante ao permitir práticas que disseminam fake news interferem em eleições, embarcam no programa que busca reduzir os efeitos negativos que a desinformação pode causar em períodos eleitorais.


Com as novas empresas participantes, o programa soma 40 instituições parceiras, composto por segmentos da imprensa, telecomunicação, tecnologia da informação, provedores da internet, agências de checagem, partidos políticos, entre outros. O evento da adesão acontece no Gabinete da Presidência da Corte e contará com representantes dessas empresas e com a presidente da Corte, a ministra Rosa Weber.

Na visão do TSE, as plataformas se encaixam em vários eixos que orientam o programa, como “Alfabetização Midiática e Informacional”, que capacita pessoas a identificarem e checarem desinformações; “Contenção à Desinformação”, que busca a instituição de medidas sólidas para desestimular a proliferação de fake news; e, por fim, “Identificação e Checagem de Desinformação”, que busca melhorar métodos de identificação de possíveis práticas de divulgação de desinformação.

Ricardo Fiorenze, juiz auxiliar da Presidência do TSE e coordenador do grupo gestor do programa, aponta que estas empresas de tecnologia estão atentas ao fenômeno e já estão adotando medidas para o combate à desinformação. Ele acredita que a adesão vai criar uma parceria sólida entre as partes, além da divulgação de informações verdadeiras e esclarecimentos sobre práticas da Justiça Eleitoral, como é o caso das urnas eletrônicas, método reconhecido mundialmente, mas que foi bastante questionado nas eleições do ano passado.


Via: TSE


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