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O governador do estado de São Paulo, João Doria, confirmou que a primeira fase do Projeto CITI (Centro Internacional de Tecnologia e Inovação) estará em andamento nos primeiros seis meses de 2020. O anúncio foi feito após uma reunião de trabalho em parceria com o Fórum Econômico Mundial (WEF) e o Ministério da Economia, nesta quinta-feira (7), no Palácio dos Bandeirantes.
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“No primeiro semestre de 2020, nós já teremos o CITI funcionando na sua primeira etapa, onde hoje está o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), uma instituição de altíssimo valor do governo do estado de São Paulo”, afirmou Doria.
Durante a reunião, o grupo discutiu os avanços na primeira fase do CITI no âmbito do IPT Open Experience, do Centro para a Quarta Revolução Industrial e de novas políticas para ajudar pequenas e médias empresas a acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas no mundo. Além disso, também foram anunciadas as instalações de polos de pesquisa em parceria com o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife e um Centro de Inovação no Instituto Butantan.
“Precisamos de tecnologia para fazer gestão pública baseada em dados e evidências, e o que estamos fazendo em São Paulo nesta gestão está dentro desse guarda-chuva que é o CITI. Nossa meta é justamente reunir tudo o que há de melhor em nosso país em ciência, tecnologia e inovação para criar o Vale do Silício brasileiro”, disse Patricia Ellen, Secretária de Desenvolvimento Econômico.
Centro da Quarta Revolução Industrial
O Centro da Quarta Revolução Industrial terá sede no IPT, com o objetivo de desenvolver regulações e políticas públicas de tecnologias emergentes voltadas a indústria 4.0. Ele foi anunciado em agosto deste ano, e sua inauguração deve ocorrer no encontro anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, em janeiro de 2020.
Centro e trinta pequenas e médias empresas deverão participar do projeto em sua fase inicial. Até 2021, a expectativa do programa é atender 2 mil empresas. A Bracell foi a primeira patrocinadora do projeto, e a farmacêutica AstraZeneca já está em fase final de negociação. Como parte da rede global do Fórum Econômico Mundial, as equipes trocarão conhecimento e acelerarão o processo global de adoção de tecnologia.
Inicialmente, o Centro da Quarta Revolução Industrial no Brasil atuará com políticas de dados, indústria 4.0, internet das coisas, cidades inteligentes, robótica, inteligência artificial e blockchain. O programa piloto oferecerá diagnóstico de maturidade tecnológica, identificação de soluções simples e acessíveis para a internet das coisas, consultoria financeira, de gestão de pessoas e suporte financeiro realizado por entidades parceiras.