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Nas últimas semanas, vazaram detalhes sobre um Chromebook chamado Atlas que pode ser a próxima geração de notebooks com o sistema operacional do Google Chrome OS, o Pixelbook 2. Segundo apuração do portal 9to5Google, o aparelho será quase idêntico ao Google Pixel Slate, tablet que pode ser usado como notebook lançado em outubro de 2018.

A reportagem do 9to5Google pesquisou pela plataforma Geekbench, programa de que avalia e compara o desempenho de aparelhos eletrônicos, pelo diagnóstico de performance (benchmarks) da palavra “Atlas”. Com isso, o site descobriu uma série de possíveis especificações do novo Chromebook.

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Entre maio e julho, sete diferentes benchmarks foram divulgados pelo Geekbench para o que o programa chama de “Google Atlas”. O 9to5Google comparou as especificações apresentadas nos benchmarks do suposto Pixelbook 2 e descobriu que o Google pode estar trabalhando em ao menos dois modelos diferentes de notebooks.

Reprodução

 

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Conforme mostram os comparativos, um dos aparelhos tem um processador Intel i5-8200Y, enquanto o outro é equipado com um Intel i7-8500Y, versão mais potente. Curiosamente, ambos foram usados nos modelos de nível superior do Pixel Slate. Mas, a versão Intel i5 do Atlas obteve um benchmark mais alto do que Pixel Slate i5 – aquele alcançou 7.590 pontos contra 5.636 deste.

Uma explicação possível para a diferença é que, ao contrário do Pixel Slate, os modelos i5 e i7 do Atlas parecem equipados com 16 GB de memória RAM, normalmente uma característica dos Chromebooks mais sofisticados do Google.

Se o Atlas for, de fato, o Pixelbook 2 e os benchmarks se referirem aos modelos reais que serão vendidos, pode-se supor que os novos notebooks da empresa venham todos com 16GB de RAM. A análise do Geekbench também mostrou que o sistema operacional de ambos os modelos é o Android 9 Pie.

É importante lembrar que o nome “Google Atlas” por si só não é suficiente para confirmar que os comparativos se referem de fato ao próximo Pixelbook. Isso porque quase todos os Chromebooks exibidos nos benchmarcks do Geekbench vêm acompanhados do prefixo “Google”, sem considerar se eles são produzidos pela gigante ou não.

Via: 9to5Google