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A Anvisa recebeu nesta terça-feira (29) um pedido de uso emergencial da vacina Covaxin, produzida pela Índia. A solicitação foi feita pela empresa Precisa Medicamentos, que está sendo investigada na CPI da Covid pelo Ministério Público Federal (MPF). Segundo informações do G1, o prazo para deferir ou não a solicitação não está determinado.
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O governo federal realizou a compra de 20 milhões de doses da Covaxin por R$ 1,6 bilhão mesmo sem o imunizante ter sido aprovado pela Anvisa no Brasil. O valor chamou atenção por ser bem mais alto do que o preço cobrado pelas vacinas AstraZeneca e Pfizer, sendo está última recusada várias vezes pelo governo.
Com isso, o MPF identificou indícios de crime colocando a Precisa Medicamentos, responsável por intermediar a compra da vacina entre a Índia e Brasil, na mira da CPI da Covid. Na semana passada, o servidor Luis Ricardo Miranda, chefe de importação do Ministério da Saúde, afirmou em depoimento à CPI que houve uma “pressão atípica” para a compra do imunizante. De acordo o jornal O Globo, um dos sócios da Precisa, Francisco Maximiano, também deve ser ouvido na comissão na quinta-feira.

O MPF também abriu uma investigação para apurar o contrato firmado entre o Ministério da Saúde e a empresa de comercialização de medicamentos.
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Quais países já usam a Covaxin?
Um dos pontos mais polêmicos quando falamos da Covaxin é a falta de interesse do mercado internacional na aquisição das doses, além do Brasil, a vacina foi comprada por apenas outros 12 países. São eles: Índia, México, Irã, Paraguai, Ilhas Maurício, Nicarágua, Mianmar, Zimbábue, Guatemala e Filipinas, Nepal e Botsuana.
Apesar de ter a importação aprovada pela Anvisa no início de junho – o que nada tem a ver com o pedido emergencial atual -, o órgão permitiu que apenas 4 milhões de doses do imunizante sejam aplicadas, mesmo com a compra de 20 milhões do pedido original.
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