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No último dia 2 de agosto, um homem morreu na Guiné vítima do vírus Marburg, que causa uma febre hemorrágica. A doença possui uma taxa de mortalidade na faixa de 50% e é considerada prima do Ebola, sendo um pouco menos letal.
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Após o registro na Guiné, pelo menos 150 pessoas estão sendo monitoradas no país como possíveis contaminados pelo vírus Marburg. Até o momento, não há vacina nem um tratamento específico para a doença.
Apesar dos casos, o vírus não é novo. Ele foi detectado pela primeira vez por uma equipe que pesquisava macacos importados da Uganda. O nome é em homenagem a uma cidade da Alemanha onde o laboratório ficava. Após isso, a doença de espalhou por outras cidades da região, como Frankfurt, além de locais da Sérvia. No total, sete pessoas morreram na época.

O que é o vírus Marburg?
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), assim como o Ebola, o vírus Marburg é transmitido para humanos por meio de morcegos frugívoros, seu hospedeiro natural. Entre humanos, é necessário o compartilhamento de fluidos corporais, como suor. Superfícies contaminadas também podem transmitir.
Os sintomas da doença incluem dores de cabeça, conjuntivite, dores musculares, erupções cutâneas, sangramento e diarreia. Normalmente a duração é prolongada. O tempo de incubação pode variar entre 2 e 21 dias.
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Ainda segundo a OMS, não existe um tratamento específico. O que ocorre são terapias voltadas para controlar os sintomas, melhorando a taxa de sobrevivência. Ainda sim, é considerado particularmente mortal.
A pessoa que morreu na Guiné com vírus Marburg começou a ter sintomas no dia 25 de julho e morreu dois dias depois. O país é considerado um dos mais pobres do mundo e acabou de decretar o fim da epidemia de Ebola, que atingiu a região no começo do ano e deixou 12 mortos.
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