Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um levantamento realizado pela FGV em parceria com a gestora de fundos de criptoativos Hashdex revela que o bitcoin só fica atrás das ações (72,05% de incidência) e dos títulos privados de renda fixa (40,45%) no ranking de investimentos.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
De maneira geral, os criptoativos já fazem parte da rotina de 27,78% dos investidores brasileiros ouvidos na pesquisa. A modalidade, inclusive, já está à frente de ativos como o Tesouro Direto (18,92%), commodities (18,06%), moedas estrangeiras (13,19%) e poupança (1,74%).
Os dados, obtidos entre fevereiro e março, incluem investidores de criptoativos e pessoas que nunca investiram em ativos digitais. O objetivo é traçar um mapa do perfil dos investidores, além de “entender as suas diferenças sistemáticas e testar hipóteses de finanças comportamentais”.
A principal conclusão da primeira fase do estudo é: as criptos são a terceira modalidade de investimento mais frequente, mas não necessariamente representam o terceiro investimento em volume financeiro.

A pesquisa também revela que o conhecimento sobre criptomoedas e o interesse no segmento são maiores entre as pessoas com idade entre 30 e 39 anos. Já os jovens de até 29 anos são os que mais têm conhecimento sobre criptoativos e o público mais propenso a tolerar os riscos nos investimentos.
Leia mais:
- Bolsa de criptomoedas Coinbase registra lucro trimestral bilionário
- “Só por diversão”: o maior desvio de criptomoedas da história durou pouco tempo
- Cinco criptomoedas para ficar de olho em 2021
Jéfferson Colombo, professor da FGV EESP e coordenador da pesquisa, diz que apesar do mercado de criptoativos estar crescendo, ainda se sabe muito pouco sobre “as características e percepções dos brasileiros quanto a essa classe de ativos”.
O projeto ainda terá mais duas fases, além de, segundo Colombo, a elaboração de um artigo acadêmico. A última parte do estudo, por sua vez, tratará sobre entender o que ainda assusta os investidores de primeira viagem nos ativos digitais, além de analisar questões como as fraudes, a flutuação no preço e a “incerteza sobre legislação” quando o assunto são criptomoedas.
Fonte: Valor Investe
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!