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O Exército dos Estados Unidos declarou que planeja criar e implantar sistemas de alta altitude capazes de sobrevoar outros países e bloquear sistemas de comunicação de nações inimigas de lá de cima. Batizado como Sistema de Observação de Inteligência de Longa Duração, Longo Alcance e Alta Altitude (Heleios), o sistema seria baseado em uma rede de balões ou veículos planadores solares.
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Seja qual for o tipo de veículo utilizado no Heleios, eles deverão pairar a pelo menos 18.200 metros de altitude, o que ainda não é o suficiente para chegar ao espaço. Porém, é mais um assunto para o debate [que não tem sido feito] sobre as altas altitudes estarem se transformando cada vez mais em um campo de batalha com armas ultratecnológicas.
O mais provável é que o Heleios opere com um sistema de balões. Onde eles estiverem, o Exército dos EUA seria capaz de monitorar, interceptar e bloquear comunicações inimigas. Isso pode ser uma arma muito importante no cenário que vai se construindo, em que o uso de satélites posicionados na órbita da Terra para se comunicar vai se tornar uma peça-chave para o sucesso militar.
Perto da realidade

De acordo com o Gerente de Capacidade para Guerra Eletrônica do Exército, Daniel Holland, a ideia do sistema de balões é cobrir uma área profunda com sensores de baixo custo para permitir a detecção e bloqueio de comunicações inimigas. No momento, a dúvida é se será possível levar carga útil o suficiente para que a plataforma funcione nesta altitude.
Ou seja, ao que parece, apenas questões técnicas e logísticas, como a descoberta sobre como controlar um balão flutuante voando a mais de 18.200 metros de altitude, estão impedindo que os EUA utilizem o Heleios para vigiar e bloquear as comunicações de países como China, Irã, Coréia do Norte e, talvez, a Rússia.
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Questões morais e éticas, como se é uma boa ideia colocar um balão de guerra no ar, ou o que essas nações pensarão sobre o assunto, não são preocupações muito grandes dos militares estadunidenses. Mas se tem ataque, também tem contra-ataque, principalmente quando falamos de potências militares, então, podemos imaginar que os “inimigos da América” estejam desenvolvendo armas parecidas.
Via: Futurism
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