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A crise dos chips semicondutores parece cada vez mais longe de chegar ao fim, em um novo e dramático capítulo desta história, uma onda de casos de Covid-19 na Malásia deve prolongar ainda mais a escassez global de chips. Isso acontece porque a Malásia tem um papel importantíssimo na cadeia global de fornecimento de semicondutores.
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Até agora, a Malásia vinha mantendo o número de casos e mortes por Covid-19 relativamente controlado, porém, a chegada da variante Delta ao país causou uma piora acentuada na situação da pandemia por lá. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, a Malásia teve pouco mais de 1,7 milhão de casos e em torno de 16 mil mortes, com uma população de 32 milhões de habitantes.

Atualmente, a Malásia enfrenta a pior onda de casos de Covid-19 desde o início da pandemia, por conta disso, o governo malaio resolveu adotar fechamentos como medidas de controle da doença. Esses fechamentos fizeram com que faltasse pessoal nas fábricas que produzem chips semicondutores, o que torna bastante improvável que a crise dos chips seja resolvida ainda em 2021.
Crise sem fim
A crise dos chips semicondutores deu seus primeiros sinais no início deste ano, e os mais diversos setores da economia foram afetados, porém, a indústria automotiva é a que mais tem sofrido com a escassez de chips. As mais diversas montadoras, como Ford, General Motors e Hyundai já precisaram paralisar sua produção em algum momento deste ano.
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A última vítima da crise foi a Toyota, que precisou cortar nada menos do que 40% da produção de carros ao redor do mundo. Para se ter uma ideia do tamanho do rombo, a empresa vai produzir apenas 540 mil unidades ao redor do mundo em setembro, originalmente, os planos eram de uma produção de 900 mil unidades neste mesmo período.
Via: CNN Brasil
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